sábado, 24 de julho de 2021

OVNIs sobre o Iran - Num momento você o vê, no outro não!




 Num momento você o vê, no outro não! 

Foram mais ou menos essas as palavras usadas pelo Capitão da Força Aérea, Henry S. Shields, ao descrever em seu relatório à Força Aérea (foto acima) um encontro com OVNIs.

 O incidente ocorreu 1976 nos céus do Iran.

 Phantom F-4
General Parviz Jafari hoje,  contando o que presenciou. Na época ele era Major e piloto do segundo F-4 (foto mais acima)a ser despachado.

Envolvia também a tripulação da Força Aérea Imperial Iraniana a bordo de dois caças F-4 Phanton de fabricação norte americana.

Suas palavras dão uma ideia exata da rapidez com que os OVNIs costumam se deslocar sobre nossas cabeças e da dificuldade que temos em acompanhar suas manobras. Não é possível estabelecer comparação desse comportamento de voo com qualquer outro tipo de manobra efetuada por naves conhecidas em nosso planeta.


Há  um documento liberado pelo N.S.A , onde o Coronel Frank McKenzie da USAF descreve o incidente ocorrido com os jatos iranianos e vários OVNIs.



 Esses objetos voadores não identificados possuíam uma tecnologia muito avançada, muito superior à que temos, mesmo nos dias de hoje.

 Descreve também, que durante esse encontro noturno, um dos jatos aproximou-se perigosamente de um dos OVNIs e ao realizar essa manobra de aproximação, perdeu imediatamente, todos os instrumentos e canais de comunicação com a base em terra.

 Um segundo jato tentou realizar a mesma manobra de aproximação, o OVNI aproximou-se ainda mais, e o piloto sentindo-se ameaçado tentou alveja-lo, mas seu painel de controle de armas tornou-se inoperante.


Uma avaliação do D.I.A (Defense Intelligence Agency) de outubro de 1976, qualificou esse caso como excepcional, pois os objetos foram avistados por muitas testemunhas de alta credibilidade. Sendo que entre eles havia militares altamente treinados.

 O avistamento foi feito no campo visual e com confirmação de radar. Três naves reportaram interferências eletromagnéticas. Inclusive, foram incluídos ao estudo do caso, a descrição dos efeitos psicológicos que o avistamento produziu nos membros da tripulação dos jatos.

A N.S.A disponibilizou o relatório do capitão da Força Aérea, Henri S. Shields, onde ele descreve o que conseguiu apurar do caso:

... algumas vezes, durante sua carreira, um piloto pode esperar encontros estranhos, acontecimentos inesperados que nunca serão adequadamente ou inteiramente explicados pela lógica ou por uma subsequente investigação...”


E mais adiante descreve o relato ouvido dos tripulantes de dois caças F-4 Phanton da Força Aérea Imperial Iraniana, ocorrido em setembro de 1976:

Repentinamente, depois da meia noite, uma rápida sucessão de quatro chamadas telefônicas, provenientes dos suburbios de Teerã, reportavam uma série de estranhos objetos aéreos.

 Alguns , descreviam os OVNIs como parecendo pássaros e outros como helicópteros com as luzes acesas.

 Só que não havia helicópteros voando na área, naquele momento.

“... foi impossível convencer os assustados cidadãos que ligaram, de que o que eles viam eram provavelmente apenas estrelas."

Um alto oficial resolveu sair e checar pessoalmente o que estava ocorrendo... viu ao norte, um objeto parecido com uma estrela, apenas maior e mais brilhante que de costume... despachou imediatamente um F-4 da Força Aérea Imperial Iraniana para investigar.

Aproximando-se da cidade o piloto do F-4 observou um objeto brilhante facilmente visível a mais de 70 milhas de distância objeto...quando ele começou a aproximar-se mais, perdeu o controle de todos os instrumentos. A comunicação entre tripulação e a base em terra foi abruptamente interrompida. Diante desse quadro ele interrompeu a aproximação e iniciou manobra de retorno à base. A medida que se afastava, o estranho objeto deixou de considerar o caça como uma ameaça e todos os sistemas voltaram ao normal.

Um segundo F-4 foi despachado, dez minutos depois.

  Nele estavam o Major Parviz Jafari e o Tenente Jalal Damirian (como oficial de armas e co-piloto). Logo o radar do co-piloto passou a captar o objeto

 Iniciaram uma manobra de aproximação e à medida que se aproximavam do objeto, puderam perceber que ele se movia rapidamente, procurando manter uma distância regular entre eles, porém sempre ao alcance do radar.

 O retorno no radar indicava que o objeto era mais ou menos do tamanho de um KC-135 (imensos aviões tanque de mais de 40m de comprimento), porém o brilho intenso que o objeto emitia, impedia uma análise mais adequada do tamanho real do objeto.

 Ainda assim, era perfeitamente possível ver que ele piscava luzes tipo estroboscópicas, dispostas numa forma retangular. Alternavam cores variadas, iniciando com o azul, depois verde, vermelho e finalmente laranja.

 A seqüência era tão rápida que todas as cores podiam ser vistas quase que ao mesmo tempo.

O F-4 continuava rumo ao sul de Teerã, quando a tripulação pode ver o exato instante em que um segundo objeto se desprendeu do alvo que eles estavam perseguindo.

 Esse novo objeto tomou rapidamente a dianteira do F-4. Movia-se a altíssima velocidade. O piloto do F-4, ao ver semelhante manobra, julgou estar sendo ameaçado.

 Tentou disparar um míssil AIM-9 contra o segundo objeto, mas foi surpreendido pela perda repentina de toda a força em seu painel de controle de armas, impossibilitando o disparo.

 Simultaneamente, perdeu toda a comunicação interna e externa, assim como havia ocorrido com o primeiro caça.

Diante dessa situação, o piloto iniciou uma rápida manobra de evasão, mas o segundo objeto continuou perseguindo o F-4 e aproximando-se perigosamente de sua retaguarda.

 Ainda no caminho de volta a base, o piloto pode ver como o segundo objeto retornou para junto do alvo que perseguiram.

 Assim, de uma de forma perfeita, conectou-se novamente a ele. Num acoplamento total converteram-se num único objeto outra vez.

Os dois OVNIs mal se haviam acoplado, quando um outro objeto se desprendeu deles, precipitando-se de forma meteórica, diretamente para o chão.

 A essa altura dos acontecimentos o F-4 que estava em rota de fuga, recuperou o controle das armas e as comunicações. A tripulação continuou observando o terceiro objeto, voando velozmente ao encontro do solo.

 À medida que se aproximava o momento do impacto, era possível prever a tremenda explosão que se produziria.

 Porém, para grande surpresa dos militares, ele aterrissou suavemente, lançando uma luz brilhante e intensa que iluminou uma área de mais de 3 km ao redor.

 O piloto tratou de sobrevoar a área, o mais próximo possível do solo, fixando a posição exata do objeto.

De volta a base, piloto e co-piloto tiveram dificuldade para aterrissar, pois não conseguiam ajustar seus aparelhos de visão noturna.

 Havia também um excesso de interferência, que levou à perda total de comunicação, complicando ainda mais a aterrissagem.


Uma outra aeronave civil que se encontrava na região, naquele exato momento, também teve problemas semelhantes quanto à comunicação, mas não reportou nenhum avistamento. No momento final de sua aproximação da pista, a tripulação do F-4 ainda conseguiu ver outro OVNI.

 Na descrição deles, era um objeto de forma cilíndrica, com um tamanho aproximado de um T-33 trainer (pequeno avião de instrução com pouco mais de 11m).

 Possuía duas luzes fixas em cada lateral e uma no centro que ficava piscando. O objeto chegou a aproximar-se do F-4, mas passou diretamente sobre ele.

 O piloto indagou à torre de controle de Mehrabad, se estavam vendo o objeto.

 Num primeiro momento a resposta foi negativa. Os pilotos persistiram e instruíram a torre quanto à direção do objeto, que se encontrava naquele momento entre as montanhas e a refinaria.

 Aí então, o pessoal da torre também pode ver o estranho objeto.

No dia seguinte a tripulação do F-4 sobrevoou de helicóptero o local onde haviam visto o OVNI aterrissar.

 O local parecia o leito seco de um lago, mas aparentemente, não havia nada de anormal na área. O helicóptero circulou a área no sentido oeste e captou um sinal “bip” bastante forte.

 O retorno do sinal ia ficando cada vez mais forte, à medida que o helicóptero se aproximava de uma pequena casa com jardim.

 Eles aterrissaram e perguntaram aos moradores se haviam visto ou ouvido algo estranho na noite anterior. Eles responderam que ouviram um ruído bem alto seguido de uma luz muito brilhante, parecida com um raio.

O helicóptero e a tripulação voltaram a base, onde foram tomadas as providencias necessárias para iniciarem uma série de testes, inclusive de presença de radiação na área do possível pouso e nas vizinhanças da casa com jardim.

 "Infelizmente, os resultados dos testes não foram divulgados."

 Como sempre, os resultados dos testes permanecem em sigilo até hoje, embora os relatórios do caso tenham sido liberados.

 Graças a essa riqueza de detalhes e o envolvimento direto de militares,  o caso despertou enorme interesse e tornou-se mundialmente conhecido.

 Certamente é um dos casos mais estudados pelos ufólogos e órgãos de pesquisa do fenômeno, inclusive governamentais.


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