sexta-feira, 30 de julho de 2021

Luzes de Phoenix ou o imenso triângulo luminoso.

 


Começou por volta das 19:55h,quando um homem em Henderson, Nevada, ligou para a polícia avisando sobre o avistamento de uma enorme e desconhecida nave que voava sobre Henderson e rumava de noroeste para sudeste.

 Tinha a forma de um “V”, com 6 luzes nas laterais e fazendo um barulho que lembrava uma ventania. Era bem grande, do tamanho de um avião Boeing- 747.

Minutos depois, um ex-policial da cidade Paulden, Arizona ligou avisando que ao sair de casa às 20:15h, ele olhou na direção norte e viu algo no céu que lembrava um cacho de luzes avermelhadas e alaranjadas.

 Primeiro um conjunto de quatro luzes juntas e depois outro conjunto de mais cinco luzes seguindo as primeiras. Ele voltou rapidamente para casa e apanhou um binóculo. Ficou observando as luzes até elas desapareceram no horizonte, na direção sul.

Às 20:17h começaram as ligações das testemunhas do fenômeno em Prescott Valley.

 Todos descreviam um objeto sólido, capaz de bloquear a visão do céu estrelado daquela noite. John Kaiser que estava na área externa de sua casa, juntamente com a mulher e os filhos, declarou ter visto no céu, um aglomerado de luzes, que formavam um padrão triangular. Ele afirmou que as luzes eram vermelhas, exceto a da ponta do triângulo, que era branca.

 Os objetos luminosos foram oservados com binóculo, por 2 ou 3 minutos. As luzes se deslocavam em baixa altitude, embora ele não fosse capaz de precisar qual seria. Ele também declarou que não ouviu nenhum tipo de ruído.

 Os objetos seguiram na direção sudeste, até desaparecer no céu noturno. Logo a seguir, seis pessoas em Dewey, a 16 km de Prescott, afirmaram ter visto um enorme amontoado de luzes no céu.

Entre as centenas de pessoas em Prescott Valley, que viram as estranhas luzes, estava a família de Tim Ley. Ele, sua esposa Bobbi, seu filho Hal e o neto Damien Turnidge viram as luzes quando elas ainda estavam a mais ou menos 100 km de distância da casa deles. A princípio, tiveram a impressão que eram cinco luzes separadas, em uma formação que lembrava um arco.

 Mas, a medida que as luzes se aproximavam deles, eles perceberamque se tratava de um objeto com a forma de um “V” invertido. Quando ele parecia estar já próximo da rua onde moravam, Tim teve a impressão de que ele estava a proximadamente 50 metros de altura. Movia-se lenta e silenciosamente, dando a impressão que pairava sobre eles. Sua esposa Bobbi declarou que quando o objeto passou sobre eles, perceberam que era realmente imenso e isso foi assustador.

 Enquanto o lado direito do “V” estava sobre a casa deles, o lado esquerdo estava a alguns quarteirões de distância.

Em Glendale, entre 20:30h a 20:45h, outras testemunhas afirmaram ter visto um imenso objeto passar sobre suas cabeças e ser levemente obscurecido pelas finas nuvens que havia no céu.

Logo depois, já na área de Phoenix, Bill Greiner, um motorista de caminhão betoneira, que descia a encosta norte, afirmou que viu um grupo de luzes:

Eu nunca mais serei o mesmo, depois disto. Antes, se alguém me falasse sobre ter visto um UFO, eu diria

- Yeah, e eu acredito na Fada do Dente!

Mas agora, eu tenho uma nova visão sobre isso, e apesar de ser apenas um tolo motorista de caminhão, eu estou certo que vi algo que não pertence a este mundo”.

Já fora dos limites de Phoenix, em Kingman, um jovem que se dirigia para Los Angeles, chamou a polícia desde um telefone público. Ele queria informar que estava vendo:

 “ um enorme amontoado de estrelas que se moviam lentamente pelo céu, na direção norte

Foram centenas de telefones e muitas testemunhas assustadas com o que viam. Falavam da enorme nave em forma de “V“, com muitas luzes e que voava silenciosamente.

Algumas testemunhas eram enfáticas ao descrever o tamanho dela como sendo equivalente a vários campos de futebol ou de mais ou menos 1,5 km de largura. Essa seria a medida de uma ponta a outra do “V”.

Nos dias seguintes o assunto não saia das páginas dos jornais. Esse evento passou a ser conhecido como “ as luzes de Phoenix”.

Uma das reportagens, foi primeira página do “USToday”. As ilustrações eram baseadas em desenhos das testemunhas.

Logo a seguir vieram coberturas completas das redes NBC e da ABC. Anos depois, o incidente ainda era motivo de documentários no Discovery Channel e no History Channel.

Alguns videos amadores também apareceram e embora de baixa qualidade, foram apresentados à exaustão na televisão. Uma pequena rede de TV, a KSAZ, mostrou um vídeo feito por Richard Curtis, onde se podia ver a imensa nave e as luzes, mas infelizmente o vídeo se perdeu.

Agora usando um pouco da imaginação e partindo para a especulação eu pergunto: O vídeo revelador foi perdido ou teria sido confiscado???

A explicação oficial apresentada após o incidente, causou mais confusão e muito descontentamento entre a população. As testemunhas se sentiram ridicularizadas e ofendidas com a explicação oferecida.

Logo após o evento que ficou conhecido como “luzes de Phoenix” o então Govenador do Arizona, Fife Symington III, convocou uma entrevista coletiva na qual declarou:

...nós encontramos o responsável !

Ao dizer isso, trouxe para diante das camêras um de seus assessores vestido como uma fantasia de alíenigena. Todos os presentes riram muito da “piada”. Mas, o mesmo não ocorreu com as pessoas que de fato testemunharam o ocorrido. Elas haviam visto algo grandioso e 100% real.

 Portanto, esperavam respeito por parte das autoridades. Mais ainda, esperavam respostas, pois diante do que haviam testemunhado, sentiam-se inseguras. Afinal, uma nave gigantesca, de origem desconhecida, passeou por suas cabeças sem sequer ser incomodada. Isso deixou muito claro para essas pessoas, que as autoridades encarregadas de protegê-las não tinham a menor condição de faze-lo.

A brincadeira do Governador irritou muito as testemunhas do caso. Elas esperavam respostas convincentes, pois embora não conhecessem a origem do que haviam visto, sabiam perfeitamente que era bem real.

Frances Barwod, que em 1997 trabalhava na Prefeitura de Phoenix, contou que naquele tempo, ela conduziu uma investigação sobre o evento, onde mais de 700 testemunhas se apresentaram e foram entrevistadas. Isso nos dá uma ideia da mobilização provocada pelo evento das luzes. Mas, segundo ela:

 “ O Governo nunca entrevistou uma pessoa sequer”.

Para atender o clamor popular por respostas, as explicações começaram a parecer. Na verdade, pareciam mais tentativas de desviar o foco para a questão central.

A Força Aérea explicou que foram lançados fogos artifício, como parte de um treinamento da Base de Luke. Os fogos foram lançados por quatro naves A-10 Warthog. As luzes dos fogos podiam ser vistas de Phoenix, e ao queimar pareciam flutuar. Depois caiam lentamente, criando um efeito de arco.

 O piloto, o Tenente Coronel Ed Jones, da Guarda Nacional do Ar de Maryland, afirmou que de fato voou aquela noite e disparou os fogos, como parte de um exercício militar.

 Na verdade, os tais fogos criavam um efeito de luz semelhante às luzes quando vistas à distância, mas não conseguiam explicar o fato de que os fogos haviam sido lançados às 22:00 horas enquanto que os eventos envolvendo as “luzes” e a gigantesca nave tringular começaram a ser vistos antes das 20:00 horas.

 Essas explicações não covenceram as testemunhas oculares do fato. Havia um lapso de duas horas entre os eventos que não fazia sentido.

Anos depois, em 2007, o já ex-governador Fife Symington III, declarou que se sentia constrangido pelas declarações que fizera, logo após o ocorrido no evento das luzes.

Na verdade, ele veio a público e explicou em diversas entrevistas que ele também vira claramente:

...uma das naves de origem desconhecida... era enorme e inexplicável. Quem poderia saber de onde vem? Muitas pessoas viram e eu também vi. Foi dramático. Não poderiam ser os fogos porque eram simétricos demais. Mantinha uma linha geométrica e a forma era constante”.

Logo depois, ele ainda completou:

...eu sou um piloto e conheço cada máquina que voa. Aquilo era maior do que tudo que eu já tinha visto. Ainda é um grande mistério. Outras pessoas também viram, eram pessoas de respeito. Eu não sei porque as pessoas podem ridiculariza-las”.

Ele repetiu essa declaração diversas vezes. Ainda participou como mediador em debates sobre o fenômeno UFO.

 Fez parte de um documentário para o History Channel, juntamente com as testemunhas do evento contando sua experiência e deu uma longa entrevista a Anderson Cooper, na rede CNN, onde reafirmava o que havia visto.

Ele viu a mesma nave que milhares de pessoas haviam visto por mais de meia hora, na noite de março de 1997. Uma nave triagular em forma de “V” ou “ boomerang”.

A nave possuía luzes e foi atravessando lentamente, a baixa altitude o céu do estado do Arizona. Essas testemunhas, que como o ex governador, ficaram chocadas com o tamanho da nave que segundo elas, era maior que “muitos campos de futebol “ ou que tinha “mais de um quilometro”.

As declarações dele parecem indicar que o espetáculo constrangedor montado por ele, juntamente com seu assessor vestido de alienígena, logo após os eventos das “luzes de Phoenix”, deve ter sido uma infeliz ideia, que partiu das mesmas “pessoas” que resolveram fazer um exercício com fogos, tentando desviar a atenção e criar uma falsa explicação para o que ocorrera naquela noite.

O mistério continua!


quarta-feira, 28 de julho de 2021

O caso do voo 564 em Bovina – Texas.

 


Aconteceu na noite de 25 de maio de 1995. As testemunhas foram o Capitão Gene Tollefson e o Primeiro Oficial John J. Waller, piloto e co-piloto do voo 564. Um Boeing 757, da American West Airlines, durante um voo na rota Tampa-Flórida a Las Vegas-Nevada.

Quando voavam sobre a cidade de Bovina, no estado do Texas, eles observaram um objeto de forma cilíndrica, que lembrava um charuto. O objeto possuia uma fileira de luzes pulsantes ao longo de sua lateral. Lembravam luzes estroboscópicas. Nesse momento o avião estava a 11.700m de altitude.

O objeto não identificado apareceu à direita do avião, um pouco abaixo deles. Chamou a atenção pela fileira de luzes brancas brilhantes que pulsavam no sentido da esquerda para a direita. Sem entender o que estavam vendo, o co-piloto contatou a Torre de Controle de Albuquerque às 21:21h.

 Enquanto o avistamento prosseguia, o experiente co-piloto, com mais de 15 anos de carreira, continuava a buscar explicações para o que estavam vendo.

 A Torre de Albuquerque checava com outras aeronaves próximas ao voo 564 e com instalações militares próximas, tentando saber se viam alguma coisa semelhante ao que era reportado pelos tripulantes do voo 564.

 A resposta era negativa.

O voo prosseguiu na direção oeste e o objeto foi ficando para trás. Mas, os tripulantes do voo 564, ainda puderam observa-lo por um bom tempo, através das nuvens, graças a forte intensidade das luzes pulsando.

Os tripulantes descreveram o OVNI como sendo na forma de um charuto, sem asas, com uma fileira de fortes luzes brancas pulsando. Calcularam que o objeto teria de 90 a 120 m de comprimento.

 O estranho objeto não apareceu na tela do radar da Torre de Albuquerque, mas quando um dos controladores de voo de Albuquerque contatou o NORAD (North American Air Defense) que monitora o espaço aéreo dos Estados Unidos por radar, eles confirmaram a observação de um Objeto Voador Não Identificado na região.

 Posteriormente explicaram que era apenas um avião de pequeno porte, cujo transponder estava desligado.

Seja como for, os tripulantes do voo 564, não eram novatos nem malucos. Ficaram muito impressionados com o que viram e não tiveram medo de se expôr ao contatar a Torre de Controle de Albuquerque. Segue aqui a transcrição na integra, do contato entre o voo 564 com a Torre de Controle de Albuquerque, incluindo outras conversações paralelas estabelecidas com outras Torres de Controle, outros aviões e o NORAD. Tudo, na tentativa de descobrir o que os tripulantes do voo 564 estavam vendo.

A comunicação começou às 21:21h quando o piloto solicitou ajuda a Torre de Albuquerque, para identificar as luzes pulsantes que eles viam. É possível perceber o nervosismo e a inquietação de todos, diante da não identificação e da possível explicação, do fenômeno que a atônita tripulação do voo 564 estava observando.

Para quem tiver curiosidade e quer tirar suas próprias conclusões, fica o registro abaixo, com a transcrição do diálogo entre a torre de controle e o voo 564.

TRANSCRIPT OF COMMUNICATION
American West Airlines Flight 564 / May 25, 1995
(fonte: NICAP)

9:21pm... 
AW-564: "Cactus 564 going direct crow, crow 6 arrival Las Vegas." 
ABQ: "Cactus 564...Albuquerque Center...good evening" 
AW-564: "564 at 39,000'" 

9:29pm... 

AW-564: "Cactus 564...off to our 3:00, got some strobes out there. 
Could you tell us what it is?" 
ABQ: "Uh, Uh..I'll tell you what, that's some, uh..right now 
...I don't know what it is right now. That is a 
restricted area that is used by the military out there 
during the day time." 
AW-564: "Yeah...it's pretty odd." 
ABQ: "Hold on ...let me see if anybody else knows around here." 

9:30pm... 

AW-564: "Cactus 564..can you paint that object at all on your radar 
ABQ: "Cactus 564...No I don't, and in talkin' to 3 or 4 guys 
around here no one knows what that is, never heard about 
that." 
AW-564: "Cactus 564...nobody's painting it at all?" 
ABQ: "Cactus 564 say again?" 
AW-564: "I said there's nothing on their radars on the other centers 
at all on that (garbled) clear area, ...that object that's 
up in the air? 
ABQ: "Uh?..it's up in the air?" 
AW-564: "A-FFIRMATIVE!!" 
ABQ: "No...no one knows anything about it." 
What's the altitude about?" 
AW-564: "I don't know, probably right around 30,000 or so. And it's 
uh...there's a strobe that starts..um, going on counter- 
clockwise, and uh...the length is unbelievable." 
(???): "Where's this?" 


9:31pm... 

ABQ: "Cannon 121?" 
CANNON: "Cannon..go ahead" 
ABQ: "Do you guys know if there was anything like a tethered 
balloon released that should be above 'tieband'?" 
CANNON: "Uh, no, we haven't heard nothin' about it." 
(BOTH)" "Uh, ok..(some chuckling), uh, ha.." 
ABQ: "A guy at 39,000 says he sees something at 30,000 that's as, 
..the length is unbelievable and it has a strobe on it." 
CANNON: "Uh huh...?" 
ABQ: "This is NOT good..(laughing)..okay..." 
CANNON: "Uh, wha..what does that mean?: 
ABQ: "(laughing)..I don't know, it's a ufo or something, it's that 
Roswell crap again!" 
CANNON: "Where's it at now?" 
ABQ: "He says it's right in 'tieband'." 
CANNON: "It's right in 'tieband'?" 
ABQ: "Yeah!" 
CANNON: "No, we haven't seen nothin' like that." 
ABQ: "Okay, keep your eyes open." 
CANNON: "I'll talk to you (mumbled)." 

9:34pm... 

ABQ: "Cactus 564...we checked with Cannon and they don't have 
any, uh, weather balloons or anything up tonight. Nobody 
up front knows any idea about that. Do you still see it?" 
AW-564: "Negative..back where we initially spotted it it was between 
the weather and us and when there's lightning you could 
see a dark object...and, uh, it was pretty eerie looking. 
This 'air coptr..(mumbled)' right here going eastbound... 
maybe he'll see it." 
ABQ: "Okay.." 
AW-564: "First time in 15 years I've ever seen anything like this. 
It's probably military in that restricted area." 
ABQ: "Cactus 564..you contact Albuquerque Center 132.8, 
goodnight." 
AW-564: "132.8 contact 564." 

Just then it sounds like another person in another aircraft breaks 
in on the conversation. It is never clear just what type of aircraft this is 
but the individual has clearly overheard the recent discussion. 

9:35pm... 

ABQ: "Aircraft calling..try again!" 
(?): "Center...uh..got time for a quick question?" 
ABQ: "Okay..would the question stand-by one please?... 
...okay..go ahead." 
(?): "(mumbled) 781, what was that cactus guy talking about he 
saw?" 
ABQ: "I, I don't know, off your right wing about 15-20 miles. 
He's saying he saw a large object with a strobe that looked 
like it was at 30,000 feet." 
(?): "Ah...it's that secret stuff!" 

9:36pm... 

AW-564: "Albuquerque...Cactus 564." 
ABQ: "Cactus 564..go ahead." 
AW-564: "(garbled)..that passed us earlier on the right. He'll be in 
the area in a few minutes, is that correct?" 
ABQ: "Yeah, he'll be in there in about 3-4 minutes, at 27,000. 
I'll ask him what he sees." 
AW-564: "..be at his left-hand side between him and the thunder 
storm. Thanks alot, we'll just monitor and listen." 
ABQ: "Okay." 
AW-564: "Three of us up here saw it!!" 
ABQ: "Okay." 

After a minute or so Albuquerque Center starts up a conversation 
with another aircraft. Again it is unclear at first what aircraft this is as 
there was no identification given and this aircraft does not preface 
it's transmissions with any identifier. A bit later a statement is directed 
to "Hawk 85" which appears to be the aircraft in question. 

9:31pm... 

ABQ: "I can't find...in the next 2-3 minutes. Be looking off your 
right side, if you see anything about 30000 feet, we had 
one aircraft reporting simething that wasn't a weather 
balloon or anything. It was a long white looking thing with 
a strobe on. Let me know if you see anything out there. 
(?): "I'll be careful..(garbled)" 
ABQ: "He said it was about 30,000'." 
(?): "(mumbled) I'm searching for ET." 

9:40pm... 

ABQ: "Cactus 564...you still up?" 
AW-564: "Affirmative! 564" 
ABQ: "That was south of your position?" 
AW-564: "It was north.." 
ABQ: "Hawk 85, let's make it out the left window then." 
AW-564: "Albuquerque, can we get a chance..Cactus 564." 
ABQ: "You know we're all up here huddled up talking about it. When 
it lightning'd you could see the dark object. It was like a 
cigar shape from the altitude that we could see it..and the 
length is what go us, a...sort of confused, because it 
looked like it was about 300-400 feet long. So I don't know 
if it's a wire with a strobe on it, but the strobe would 
start from the left and go right, counter-clockwise...and 
it was a pretty eerie looking site, but a, had the strobe.. 

At this point in the tape copy I received there appeared to have 
been some problem as there was a brief approximately 1/3 second 
solid tone like a dialtone. Then there was a strong transmission like 
another broadcast trying to cut in. The previous conversation continued 
briefly and the tone appears again followed by another request to "Albuquerque Radio". 

9:41pm... 

(brief but solid strong tone heard) 
(?): "ALBQUERQUE RADIO?...ALBUQUERQUE RADIO?" 
AW-564?: "..and it was just in the lightning..." 
(?): (solid strong tone heard again) 
(?) "ALBUQUERQUE RADIO?" 
ABQ: "Yeah...is this one any better?" 
(?): "Yeah." 
ABQ: "Oh good! Ha..hey you guys don't know anything about some 
kind of weather balloon or a ufo that's out in the vicinity 
of Fort Sumner tonight do you?" 
(?) "I don't think so...standby." 
ABQ: "Okay.." 
(?): "At this point the answer to that question is 'no'." 
ABQ: "Okay..yeah, this guy sees it up at Tucumcari, says it looks 
like it's 300-400 foot long, cylindrical, some kind of 
strobe on it, and everything else." 
(?) "Well...I would call it...I don't know what it is..yea." 
ABQ: "Yeah, okay...I didn't know if you were a science fiction 
buff or anything." 
(?) "Yea..no, we don't have, we don't have any published "high 
balls" today." 
ABQ: "Okay..appreciate it." 
(?): "Mmm hmm...bye." 

9:42pm... 

AW-564: "Albuquerque, 564...last time...just for our notes we're 
going to take a message. was that in a restricted area..and 
that was just basically south of Tucumcari when we reported 
it?" 
ABQ: "Okay...the way you went through, the only restricted area 
was on your south side, nothing to the north side...and 
those restricted areas are inactive. There shouldn't be 
anything going on." 

9:44pm... 

AW-564: "Albuquerque Center..Cactus 564. Thanks for your help and, 
uh, could we get your call sign?" 
ABQ: "Cactus 564...say again?" 
AW-564: "Albuquerque Center..Cactus564..We'll talk to you later. 
Before we go could we get your call-sign?" 
ABQ: "Cactus 564...mine is 'PP'." 
AW-564: "Was that 'tango golf'?" 
ABQ: "Pappa Pappa." 
AW-564: "Pappa Pappa...thanks alot." 

(End of Side 1, Tape 1..) 

9:48pm... 

ABQ: "Bigfoot...Albuquerque Sector 87." 
BIGFOOT: "Bigfoot's on!" 
ABQ: "Yea..I've got a, uh, something unusual and I was wanting 
to know if you'all happen to know of anything going on 
out here around Tucumcari, New Mexico,...north of Cannon? 
I had a couple of aircraft reported something 300-400 foot 
long..cylindrical in shape, with a strobe flashing off to 
the end of it." 
BIGFOOT: "Oh..?" 
ABQ: "At 30,000 feet." 
BIGFOOT: "Okay...hang on a second." 
ABQ: "Yeah, I didn't know if you happen to know of anything 
going on out there...no balloons in the area, no nothing 
reported?" 
BIGFOOT: "Okay, where's this at again?" 
ABQ: "It's at, uh, well ya'know where...it's in Tucumcar, New 
Mexico, it's about 150 miles to the east of Albuquerque." 
BIGFOOT: "Okay, eh...how far from Holloman?" 
ABQ: "Eh, Holloman, it looks like it's off the zero-three-zero 
of Holloman about 220 miles." 
BIGFOOT: "Okay...I think, okay...it's kind'a hard for us to see here. 
Okay, they'll be zero for about 200. Um...we don't have 
anything going on over there that I know of." 
ABQ: "Yeah...I didn't know, we've tried everybody else and 
nobody else is...this guy definitely saw it run all the way 
down the side of the airplane. Said it was a pretty 
interesting thing out there." 
BIGFOOT: "Okay, it was at 30,000 feet.." 
ABQ: "...30,000 feet." 
BIGFOOT: "It was like..long...um.." 
ABQ: "Yeah, it's right out of, right out of the X-files. I mean 
definite UFO or something like that, I mean." 
BIGFOOT: "..and..it..ooohh..ya'll are serious about this (laughing)." 
ABQ: "Yeah, he's real serious about that to, and..uh..he looked 
at, saw it, no balloons are reported tonight, nothing in 
the area..." 
BIGFOOT: "It was strobing off the front he said?" 
ABQ: "Uh...I think the strobe was off the tail end of it." 
BIGFOOT: "Okay...strobe tail end." 
ABQ: "He said it was kinda, well it was dark but..(aside to 
someone else)..did he say there was lights in it?" 
BIGFOOT: "How long did he say it was?" 
ABQ: "He said it was 300-400 foot long." 
BIGFOOT: "Holy smoke!!" 
ABQ: "..and we don't have any air carriers out here so...that 
strobing along." 
BIGFOOT: "um..the only thing that I can do is , I wonder if any of 
our aerostats cut loose or something 'cause we don't 
have any aerostats there." 
ABQ: "Yeah...not that far to the north." 
BIGFOOT: "I mean...to me it would sound like an aerostat, but..I 
don't think ours are that big though."


segunda-feira, 26 de julho de 2021

O governo francês e o estudo do fenômeno OVNI .





...And yet, I ask you: is not an alien force already among us?”

Ronald Reagan

A partir dos anos 70, o governo francês imprimiu um novo ritmo ao estudo do fenômeno OVNI. Adotou uma postura francamente aberta quanto à divulgação dos resultados obtidos nas investigações. A França implantou um modelo que deu certo.

 O GEPAN (Group d’Etudes des Phénomènes Aerospatiaux Non-Identifiés), foi criado para ser um grupo de estudos civil, inovador e liberal. Independente por natureza, já que não estava subordinado diretamente nem ao governo nem aos militares, muito embora trabalhassem em regime de cooperação.

Dr. Claude Poher

O grupo foi criado em 1º de maio de 1977 pelo Dr. Claude Poher, e mantinha-se com recursos do governo. Era um novo serviço oferecido pelo CNES (Centro Nacional de Estudos Espaciais). O grupo de estudos do Dr. Poher começou a operar no Centro Espacial de Toulouse. À medida que os resultados apareciam, a credibilidade do grupo aumentava e os colaboradores também.

 Organizações do setor público e do setor privado procuravam cooperar e acompanhavam o resultado das pesquisas, ávidas por conhecer os resultados. A partir de 1978 passaram a ter o total apoio da Gendarmerie, a conhecida e respeitada força policial francesa. Casos reportados a Gendarmerie eram imediatamente repassados ao GEPAN.

O grupo de estudos procurava direcionar seus esforços selecionando os casos mais inexplicáveis e de maior grau de credibilidade das testemunhas. Ao iniciar os trabalhos, compilaram casos mais antigos e já conhecidos. Através desses casos estabeleceram e implantaram uma complexa metodologia de trabalho.

 O caso mais antigo em que trabalharam datava de 1966. Nos dois primeiros casos estudados, foi constatada a presença de humanoides durante o avistamento.

Num dos primeiros relatórios publicados pelo grupo chamado: “O GEPAN e o estudo do fenômeno OVNI” datado de fevereiro de 1979, há uma série de considerações interessantes sobre o grande volume de relatos envolvendo o aparecimento de OVNIs no período do pós-guerra. Há também uma pequena coletânea de relatos muito antigos que impressionam pela riqueza de detalhes. Alguns fazem parte da série de notícias recolhidas e ilustradas por Johann Jakob Wick, abrangendo o período de 1500 a 1569 e reunidas na chamada Coleção Wickiana, composta de 24 volumes, que se encontram na Biblioteca Central de Zurich.

Para maiores detalhes acesse o nosso link com post completo sobre esse assunto ovnisbuscandoaverdade .

Estes mesmos exemplos já haviam ilustrado o estudo feito por George Kocher, para a RAND Corporation. As similaridades não param por aí. Logo a seguir, o grupo de estudos francês lista as entidades que mantém acordos de cooperação para que os estudos sobre o fenômeno OVNI possam ser realizados, tal como previa o estudo da RAND.

Desde o início, o trabalho do GEPAN destacou-se dos demais projetos de estudo de OVNIs existentes no mundo, por vários fatores:

Não estava sob o comando de militares.

Não foi resultado de pressão da opinião pública.

Não se propunha a estudar todo e qualquer caso, mas sim aqueles que não pudessem ser explicados por “experts” da área.

A forma como conduziam os estudos também era diferenciada, principalmente pelo cuidado e precisão com que os dados eram recolhidos. Esses dados abasteciam fórmulas especialmente desenvolvidas para avaliar de modo preciso e impessoal cada observação notificada. Com isso, o estudo dos OVNIs foi levado a outro nível. Passou de simples análise de um mito a estudo cientifico de um fenômeno.

As informações sobre o avistamento eram prontamente recolhidas, logo após o comunicado. Eram dados importantes que abasteceriam fórmulas especialmente criadas para analisar o fenômeno OVNI e que dependiam de variáveis como: tempo de observação, distância do observador, ângulo da observação, condições meteorológicas ou perfil psicológico das testemunhas.

As atividades do GEIPAN recebiam cooperação de respeitados órgãos como:

- Centro Nacional de Pesquisa Cientifica.

- Centro de Meteorologia.

- Marinha Nacional

- Aeronáutica.

- Gendarmeria.

- Instituto Nacional de Pesquisas Agronômicas.

- Laboratório de Pesquisa Social da Universidade de Paris.

- Laboratório de Física Teórica do Instituto H. Poincaré.

- Centro de Pesquisas Aeroespaciais.

- Universidade de Strasbourg.

Esses órgãos prestavam assistência ao GEPAN tanto na comunicação de avistamentos quanto no estudo dos mesmos. O trabalho do grupo francês apoiava-se numa série de parâmetros previamente estabelecidos, e após a análise das características de cada caso, eles eram classificados em quatro categorias distintas:

- Fenômeno do tipo A.

Abrangiam os fenômenos completamente identificáveis como: balões, planetas, reentrada de satélites na atmosfera.

- Fenômeno do tipo B.

Enquadravam-se nessa categoria, os fenômenos não imediatamente identificáveis, mas, que pelas características apresentadas poderiam ser associados a fenômenos conhecidos:

Exemplos: meteorito, avião, balão ou satélite.

- Fenômeno do tipo C.

Eram os fenômenos não identificáveis pela falta de dados. Isso ocorria quando os relatórios de avistamentos eram imprecisos ou insuficientes, impossibilitando uma avaliação segura e precisa

- Fenômenos do tipo D.

Era a categoria mais importante para o estudo do fenômeno OVNI. Nela estavam agrupados os fenômenos não identificáveis pelos experts. Mesmo contando com relatórios precisos e dados suficientes os pesquisadores não podiam explicar adequadamente esses fenômenos. Portanto, essa era a categoria que realmente interessava ao GEPAN.

No primeiro ano de trabalho desenvolvido pelo do GEPAN foram estudados 354 casos, inclusive os enviados pela Gendarmerie, que passou a colaborar ativamente com o grupo de estudos, a partir de 1978. Após os estudos preliminares os casos foram classificados por categoria.

- 4% dos casos eram do tipo A.

- 37% eram do tipo B.

- 34% eram do tipo C.

- 25% eram do tipo D.


O expressivo percentual de casos do tipo D, eram o foco principal do interesse do GEPAN. Desses casos, os primeiros estudos do GEPAN concluíram que:

- 23% deles provinham de testemunhas com alta credibilidade

- 67% de testemunhas com média credibilidade.

- 10% de testemunhas com baixa credibilidade.

Essa credibilidade era medida conforme o status social ou perfil psicológico da testemunha. No caso das testemunhas de alta credibilidade havia geralmente autoridades, militares, técnicos cientistas ou cidadãos acima de qualquer suspeita. Nos demais, o perfil psicológico e os antecedentes das testemunhas serviam para orientar os pesquisadores, quanto à credibilidade delas.

Outra estatística interessante obtida desses estudos apontava que:


- 70% dos objetos observados, eram de forma circular ou arredondada.

- Nas observações diurnas, a maior parte dos objetos vistos possuíam cor metálica.

- Os objetos de cor vermelho-alaranjada somaram 46% das observações noturnas.

- Em 50% dos casos, os objetos faziam manobras bruscas.

- Em 20% dos casos os objetos aterrissaram.

- Em 70% dos casos os objetos eram silenciosos.

- Em 70% dos casos de aterrissagem, o local era em área muito isolada.

Dois casos muito interessantes chamaram a atenção do GEPAN:


1º caso/ número de cadastro 76305441

Em novembro de 1976, aconteceu um caso relatado por testemunhas de altíssima credibilidade. No início da noite, uma estranha luz noturna foi observada por duas testemunhas, nas proximidades de suas residências. Era uma luz intensa que atravessava o céu rapidamente. Alguns minutos mais tarde, a 22km de distância desses observadores, um engenheiro do Centro de Estudos Nucleares de Grenoble que estava ao volante de seu carro, observou um objeto luminoso que se deslocava silenciosamente fazendo uma trajetória absolutamente insólita.



2º caso/ número de cadastro 747004002, 74700395 e 7430015.

Aconteceu em Comberouger, em 07.03.1974. Uma estranha luz noturna foi observada por duas testemunhas. No começo da madrugada, um motorista observou um objeto volumoso e de grande luminosidade pairando sobre a rodovia. Estava uns 300 metros à sua frente. Num primeiro momento, enquanto pairava, ele pode observar que o objeto era de cor vermelha e possuía forma esférica, porém, rapidamente ele desapareceu no céu. A alguns quilômetros de distância, uma outra testemunha observou um fenômeno semelhante.

Nos estudos realizados pelos pesquisadores franceses há uma preocupação constante em ressaltar que os relatos reproduzidos correspondem a observações reais e não a fenômenos imaginários.

Na página 7 do estudo denominado “Cometa - os OVNIs e a Defesa”, há uma série de relatos que refletem bem essa preocupação. Primeiramente, pela qualidade das testemunhas, todas de alta credibilidade, e pelo detalhamento minucioso dos relatos. Por exemplo:

15.03.1976.

Piloto que preferiu manter-se anônimo.


Um piloto experiente que preferiu manter seu nome em sigilo, para não causar danos a sua reputação, relatou por escrito que no dia 15 de março, ele e um aluno da escola de aviação de Tours efetuavam um voo noturno de treinamento. A missão era navegar a 6.000m de altitude no itinerário Rennes-Nantes-Poitiers com regresso e aterrissagem em Tours. A noite estava escura, mas sem nebulosidade. A visibilidade era superior a 100km. Seguiam sem sobressaltos até que viram à direita e adiante de sua posição, o que parecia ser um “foguete” de cor verde.

Em apenas dois segundos, o “foguete” subiu 1.500m acima da altitude do avião e estabilizou-se, adiante e acima deles. Repentinamente o objeto começou a aproximar-se do avião a uma velocidade espantosa. A colisão parecia inevitável.

O piloto soltou o manche e elevou os braços à altura do rosto, num reflexo de proteção. Nesse momento o avião foi envolvido por uma luz verde muito viva e fosforescente. O piloto ainda pode ver, por uma fração de segundos, uma esfera que evitava colidir com o avião. Não era volumosa. Devia ter de 1 a 2 metros de diâmetro. O centro da esfera possuía uma luz branca muito viva, semelhante ao fogo de magnésio. O piloto, ainda chocado com a experiência, chamou o controle de radar. Nada havia sido detectado. Ao voltar à base e contar o ocorrido, dois pilotos fizeram o mesmo trajeto, para verificar qualquer anormalidade no espaço aéreo da região. Ao voltar, declararam ter visto o mesmo fenômeno, porém ao longe.

07.03.1977.

M. Giraud, piloto de caça Mirage IV

O caso ocorreu às 21:00, sobre Dijon a 9.600m de altitude, quando o piloto voltava para a Base após uma missão noturna. O piloto, Sr. Giraud e seu navegador observaram um objeto muito brilhante, bem próximo ao avião e na mesma altitude. Parecia que o objeto ia se chocar com o avião, tamanha era a proximidade. O Sr. Giraud contatou a torre do radar em Contrexéville, e pediu que verificassem a posição real do objeto. O controle do radar retornou informando que não havia captado nada na tela, além do avião. Seguiu-se um silencio constrangedor e um pedido ao Sr. Giraud, para que verificassem o oxigênio. Esse é um procedimento padrão, que visa detectar problemas no equipamento, levando a níveis críticos de oxigênio e consequentemente, gerando alucinações na tripulação. É claro que o pessoal da torre não podia entender o que realmente a tripulação do Mirage estava vendo, e o radar não era capaz de “enxergar”. Para eles a única explicação plausível era uma alucinação causada por baixos níveis de oxigênio.

Mas, o Sr. Giraud e seu navegador não estavam tendo alucinações. O que viam tão próximo de seu avião era real e talvez potencialmente perigoso. Foram momentos de muita tensão, principalmente, quando após algum tempo de contato visual constante, o objeto realizou uma manobra extremamente ousada e colocou-se atrás do Mirage, em posição de perseguição a aproximadamente 1500m de distância. O piloto do Mirage tratou de iniciar manobras para retomar o contato visual com o objeto. Nesse momento, o piloto e seu navegador passaram a encarar o objeto como uma ameaça real.

Esse relato foi recolhido logo após o retorno do piloto a sua Base.

09.12.1979

O seguinte relato foi feito pelo Sr. Fartek, piloto de um caça Mirage 3. Ele sempre morou na mesma região próxima a Dijon. Sua casa estava localizada no campo, a uns 250 m de distância de um bosque, cujas arvores possuíam uma altura média de 15 metros.

No dia 9 de dezembro de 1979, às 9:15 da manhã aproximadamente, ele e sua esposa observaram um estranho objeto pairando nas proximidades de sua casa. Nesse dia a visibilidade era excelente. O objeto que eles viram tinha aproximadamente 20 metros de diâmetro por 7 metros de altura. Estava a aproximadamente 3 metros acima da copa das arvores do bosque. O objeto possuía a forma de um pires emborcado sobre outro, na cor cinza metálica na parte superior. Não possuía escotilhas ou luzes aparentes. Não fazia qualquer tipo de ruído nem causava qualquer turbulência.

Repentinamente, objeto deslocou-se a altíssima velocidade e desapareceu logo em seguida, enquanto o observavam.

O piloto e sua esposa fizeram seu relato, o mais detalhado possível na Gendarmeria. Lá, souberam que outras pessoas da região também haviam visto o mesmo objeto que eles. Estavam com seus filhos pequenos, e puderam ver o OVNI bem próximo à casa deles.

Ainda, entre outros casos citados no relatório francês, há a descrição de uma ocorrência interessante que teve lugar em uma Base de Mísseis da antiga URSS. Ocorreu entre 28 e 29 de julho de 1989.

 Direto dos arquivos da antiga KGB.

O oficial da KGB que fez o relatório permaneceu anônimo anônimo.

Ele lista 7 testemunhas, 5 das quais inclui o Tenente Klimenko, dois oficiais de baixa patente (do Exército) e dois soldados.

Durante a noite entre o dia 28 e 29 de julho,  depoi das 22 horas, os militares avistaram 3 OVNIs, a uma distancia entre 3 a 5 km.

Os 3 objetos apareceram ao mesmo tempo, sendo que um deles fazia movimentos estranhos, com paradas e arrancadas abruptas, seguidas de momentos em que ficava totalmente imóvel. Totalmente em silêncio, parecia flutuar.

 As testemunhas também viram um caça militar aproximando-se para intercepta-lo e nesse momento o OVNI despareceu rapidamente como que  na "velocidade da luz". 

O segundo Tenente Volochine, calculou que o disco tinha de 4 a 5 m de diâmetro com uma cúpula brilhante.

Ele fazia movimentos abruptos mas muito silenciosos.

 Chegou a ficar a apenas 20 m do solo.

Na companhia do soldado Tichaev que também fazia a guarda do local, Volochine viu o disco emitir uma luz verde, fosforescente quando flutuava a mais ou menos 300m do solo.

Situação atual de um antigo depósito de mísseis soviético.

Logo depois desceu a 20m da superfície do depósito de misseis.

O local ficou todo iluminado enquanto o objeto emitia um facho de luz que se movia sobre o depósito de mísseis.

Ele ficou fazendo esses movimentos, como se estivesse escaneando a área,  por mais ou menos 2 horas.


Militares são bastante prcisos em seus relatórios.

Não costumam confundir avistamentos de OVNIs com qualquer outro tipo de objeto ou fenômeno.

Também não costumam aceitar explicações simplistas, que envolvam balões, estrelas, pássaros ou coisa parecida.


sábado, 24 de julho de 2021

OVNIs sobre o Iran - Num momento você o vê, no outro não!




 Num momento você o vê, no outro não! 

Foram mais ou menos essas as palavras usadas pelo Capitão da Força Aérea, Henry S. Shields, ao descrever em seu relatório à Força Aérea (foto acima) um encontro com OVNIs.

 O incidente ocorreu 1976 nos céus do Iran.

 Phantom F-4
General Parviz Jafari hoje,  contando o que presenciou. Na época ele era Major e piloto do segundo F-4 (foto mais acima)a ser despachado.

Envolvia também a tripulação da Força Aérea Imperial Iraniana a bordo de dois caças F-4 Phanton de fabricação norte americana.

Suas palavras dão uma ideia exata da rapidez com que os OVNIs costumam se deslocar sobre nossas cabeças e da dificuldade que temos em acompanhar suas manobras. Não é possível estabelecer comparação desse comportamento de voo com qualquer outro tipo de manobra efetuada por naves conhecidas em nosso planeta.


Há  um documento liberado pelo N.S.A , onde o Coronel Frank McKenzie da USAF descreve o incidente ocorrido com os jatos iranianos e vários OVNIs.



 Esses objetos voadores não identificados possuíam uma tecnologia muito avançada, muito superior à que temos, mesmo nos dias de hoje.

 Descreve também, que durante esse encontro noturno, um dos jatos aproximou-se perigosamente de um dos OVNIs e ao realizar essa manobra de aproximação, perdeu imediatamente, todos os instrumentos e canais de comunicação com a base em terra.

 Um segundo jato tentou realizar a mesma manobra de aproximação, o OVNI aproximou-se ainda mais, e o piloto sentindo-se ameaçado tentou alveja-lo, mas seu painel de controle de armas tornou-se inoperante.


Uma avaliação do D.I.A (Defense Intelligence Agency) de outubro de 1976, qualificou esse caso como excepcional, pois os objetos foram avistados por muitas testemunhas de alta credibilidade. Sendo que entre eles havia militares altamente treinados.

 O avistamento foi feito no campo visual e com confirmação de radar. Três naves reportaram interferências eletromagnéticas. Inclusive, foram incluídos ao estudo do caso, a descrição dos efeitos psicológicos que o avistamento produziu nos membros da tripulação dos jatos.

A N.S.A disponibilizou o relatório do capitão da Força Aérea, Henri S. Shields, onde ele descreve o que conseguiu apurar do caso:

... algumas vezes, durante sua carreira, um piloto pode esperar encontros estranhos, acontecimentos inesperados que nunca serão adequadamente ou inteiramente explicados pela lógica ou por uma subsequente investigação...”


E mais adiante descreve o relato ouvido dos tripulantes de dois caças F-4 Phanton da Força Aérea Imperial Iraniana, ocorrido em setembro de 1976:

Repentinamente, depois da meia noite, uma rápida sucessão de quatro chamadas telefônicas, provenientes dos suburbios de Teerã, reportavam uma série de estranhos objetos aéreos.

 Alguns , descreviam os OVNIs como parecendo pássaros e outros como helicópteros com as luzes acesas.

 Só que não havia helicópteros voando na área, naquele momento.

“... foi impossível convencer os assustados cidadãos que ligaram, de que o que eles viam eram provavelmente apenas estrelas."

Um alto oficial resolveu sair e checar pessoalmente o que estava ocorrendo... viu ao norte, um objeto parecido com uma estrela, apenas maior e mais brilhante que de costume... despachou imediatamente um F-4 da Força Aérea Imperial Iraniana para investigar.

Aproximando-se da cidade o piloto do F-4 observou um objeto brilhante facilmente visível a mais de 70 milhas de distância objeto...quando ele começou a aproximar-se mais, perdeu o controle de todos os instrumentos. A comunicação entre tripulação e a base em terra foi abruptamente interrompida. Diante desse quadro ele interrompeu a aproximação e iniciou manobra de retorno à base. A medida que se afastava, o estranho objeto deixou de considerar o caça como uma ameaça e todos os sistemas voltaram ao normal.

Um segundo F-4 foi despachado, dez minutos depois.

  Nele estavam o Major Parviz Jafari e o Tenente Jalal Damirian (como oficial de armas e co-piloto). Logo o radar do co-piloto passou a captar o objeto

 Iniciaram uma manobra de aproximação e à medida que se aproximavam do objeto, puderam perceber que ele se movia rapidamente, procurando manter uma distância regular entre eles, porém sempre ao alcance do radar.

 O retorno no radar indicava que o objeto era mais ou menos do tamanho de um KC-135 (imensos aviões tanque de mais de 40m de comprimento), porém o brilho intenso que o objeto emitia, impedia uma análise mais adequada do tamanho real do objeto.

 Ainda assim, era perfeitamente possível ver que ele piscava luzes tipo estroboscópicas, dispostas numa forma retangular. Alternavam cores variadas, iniciando com o azul, depois verde, vermelho e finalmente laranja.

 A seqüência era tão rápida que todas as cores podiam ser vistas quase que ao mesmo tempo.

O F-4 continuava rumo ao sul de Teerã, quando a tripulação pode ver o exato instante em que um segundo objeto se desprendeu do alvo que eles estavam perseguindo.

 Esse novo objeto tomou rapidamente a dianteira do F-4. Movia-se a altíssima velocidade. O piloto do F-4, ao ver semelhante manobra, julgou estar sendo ameaçado.

 Tentou disparar um míssil AIM-9 contra o segundo objeto, mas foi surpreendido pela perda repentina de toda a força em seu painel de controle de armas, impossibilitando o disparo.

 Simultaneamente, perdeu toda a comunicação interna e externa, assim como havia ocorrido com o primeiro caça.

Diante dessa situação, o piloto iniciou uma rápida manobra de evasão, mas o segundo objeto continuou perseguindo o F-4 e aproximando-se perigosamente de sua retaguarda.

 Ainda no caminho de volta a base, o piloto pode ver como o segundo objeto retornou para junto do alvo que perseguiram.

 Assim, de uma de forma perfeita, conectou-se novamente a ele. Num acoplamento total converteram-se num único objeto outra vez.

Os dois OVNIs mal se haviam acoplado, quando um outro objeto se desprendeu deles, precipitando-se de forma meteórica, diretamente para o chão.

 A essa altura dos acontecimentos o F-4 que estava em rota de fuga, recuperou o controle das armas e as comunicações. A tripulação continuou observando o terceiro objeto, voando velozmente ao encontro do solo.

 À medida que se aproximava o momento do impacto, era possível prever a tremenda explosão que se produziria.

 Porém, para grande surpresa dos militares, ele aterrissou suavemente, lançando uma luz brilhante e intensa que iluminou uma área de mais de 3 km ao redor.

 O piloto tratou de sobrevoar a área, o mais próximo possível do solo, fixando a posição exata do objeto.

De volta a base, piloto e co-piloto tiveram dificuldade para aterrissar, pois não conseguiam ajustar seus aparelhos de visão noturna.

 Havia também um excesso de interferência, que levou à perda total de comunicação, complicando ainda mais a aterrissagem.


Uma outra aeronave civil que se encontrava na região, naquele exato momento, também teve problemas semelhantes quanto à comunicação, mas não reportou nenhum avistamento. No momento final de sua aproximação da pista, a tripulação do F-4 ainda conseguiu ver outro OVNI.

 Na descrição deles, era um objeto de forma cilíndrica, com um tamanho aproximado de um T-33 trainer (pequeno avião de instrução com pouco mais de 11m).

 Possuía duas luzes fixas em cada lateral e uma no centro que ficava piscando. O objeto chegou a aproximar-se do F-4, mas passou diretamente sobre ele.

 O piloto indagou à torre de controle de Mehrabad, se estavam vendo o objeto.

 Num primeiro momento a resposta foi negativa. Os pilotos persistiram e instruíram a torre quanto à direção do objeto, que se encontrava naquele momento entre as montanhas e a refinaria.

 Aí então, o pessoal da torre também pode ver o estranho objeto.

No dia seguinte a tripulação do F-4 sobrevoou de helicóptero o local onde haviam visto o OVNI aterrissar.

 O local parecia o leito seco de um lago, mas aparentemente, não havia nada de anormal na área. O helicóptero circulou a área no sentido oeste e captou um sinal “bip” bastante forte.

 O retorno do sinal ia ficando cada vez mais forte, à medida que o helicóptero se aproximava de uma pequena casa com jardim.

 Eles aterrissaram e perguntaram aos moradores se haviam visto ou ouvido algo estranho na noite anterior. Eles responderam que ouviram um ruído bem alto seguido de uma luz muito brilhante, parecida com um raio.

O helicóptero e a tripulação voltaram a base, onde foram tomadas as providencias necessárias para iniciarem uma série de testes, inclusive de presença de radiação na área do possível pouso e nas vizinhanças da casa com jardim.

 "Infelizmente, os resultados dos testes não foram divulgados."

 Como sempre, os resultados dos testes permanecem em sigilo até hoje, embora os relatórios do caso tenham sido liberados.

 Graças a essa riqueza de detalhes e o envolvimento direto de militares,  o caso despertou enorme interesse e tornou-se mundialmente conhecido.

 Certamente é um dos casos mais estudados pelos ufólogos e órgãos de pesquisa do fenômeno, inclusive governamentais.