Há uma crença muito forte entre ufólogos de que uma das principais finalidades das constantes “visitas” de naves extraterrestres que recebemos em nosso planeta, seria estudar e coletar vários tipos de amostras. Essas amostras poderiam ser desde minerais até seres vivos.Num primeiro momento, essa crença se sustentaria pelos fortes rumores:
“... um possível acordo de cooperação, entre militares dos Estados Unidos e alienígenas, em que os militares permitiriam pesquisas biológico-genéticas em troca do domínio de tecnologia avançada”.
Por natureza, sou uma pessoa cética, porém confesso que durante minhas pesquisas, jamais encontrei elementos suficientemente consistentes para descartar essa teoria da “cooperação” defendida pelos ufólogos. Minhas dúvidas aumentaram muito, à medida que fui tomando conhecimento de acontecimentos, tremendamente perturbadores. Pareciam fatos extraídos de um filme de ficção cientifica. Uma sucessão de acontecimentos que expunham nossa tremenda fragilidade diante desses “visitantes”, que trataram seres humanos de várias partes do planeta, como verdadeiros ratos de laboratório.
Foi o que certamente aconteceu no Brasil em 1977. Mais precisamente no Pará, em uma ilha remota na foz do Rio Amazonas.
Um grupo de militares da Força Aérea Brasileira, foi enviado para a ilha de Colares, com a finalidade de investigar uma série de acontecimentos estranhos que estariam ocorrendo na região. Essa missão recebeu o sugestivo nome de “Operação Prato”. É interessante observar que a operação foi levada à cabo, num período onde vigorava uma severa ditadura militar no país. Portanto, todo tipo de informação estava sujeito a um pesado controle e censura.O caso veio à tona vinte anos depois, quando um dos membros da Operação Prato, já aposentado, se dispôs a revelar os detalhes da missão da qual ele havia participado.
Mas, deixando as especulações de lado, nossa única certeza é que ele contribuiu enormemente para que finalmente viesse a público um dos episódios mais significativos em toda a história da ufologia.
Ele era um homem lúcido e de boa memória, que contou ter visto na selva, naves de vários formatos. Algumas tinham mais de 100 metros de diâmetro. Eram silenciosas. O único que podiam ouvir era um ruído semelhante ao produzido pelos aparelhos de ar condicionado. Era um ruído muito nítido que vinha diretamente da nave.
Mas havia muito mais. Um impressionante relato de como os militares foram enviados a ilha de Colares, no Pará, numa missão de quatro meses, para investigar os estranhos fatos que estavam ocorrendo e que deixaram a população em pânico.
A ilha de Colares sempre foi alvo de superstições. Os habitantes da região a consideram misteriosa. Mas, os acontecimentos daquela época superavam toda e qualquer expectativa. Os militares seguiram para a região pois acreditavam que havia guerrilheiros comunistas escondidos na floresta aterrorizando a população. Também não descartavam a hipótese de que o espaço aéreo do Brasil estava sendo sistematicamente violado por algum país vizinho. Mas, certamente não estavam preparados para o quadro surreal que iriam encontrar.
Quando os militares chegaram lá, encontraram uma população muito humilde totalmente fora de controle. Mulheres e crianças aterrorizadas fugiam da cidade. Pediam socorro pois estavam sendo perseguidos e atacados de forma violenta.
O pior é que eles nunca sabiam quando elas iam atacar. Tiros eram disparados continuamente e as mulheres apavoradas, faziam procissões diárias. O desespero havia tomado conta daquela população. Bandos de vinte a trinta pessoas, na sua grande maioria homens, percorriam toda a cidade, em várias direções. Sempre vigilantes. A situação ganhou tal contorno que os militares temiam que começasse uma onda de suicídios principalmente:
“...por parte dos mais fracos de espírito, em consequência do pavor do desconhecido”.
Ao analisar o bizarro cenário encontrado pelos militares na ilha de Colares, fica cada vez mais claro o motivo pelo qual governos e militares impõe um duro silencio em torno dos fatos que envolvem o fenômeno OVNI. Através de experiências como a de Colares, podemos avaliar o comportamento de uma população despreparada, diante de uma ameaça desconhecida.
Desesperam-se a tal ponto, que acabam por destruir toda a estrutura social e os valores que eram mantidos até então.Algo precisava ser feito urgentemente, e antes mesmo de iniciar suas investigações os militares apressaram-se em restabelecer a ordem. Algumas providências foram tomadas de imediato:
Proibição de vendas de fogo de artifício.
Proibição de vendas de bebidas alcoólicas.
Instruir a população a fazer uma vigilância racional, utilizando o método de revezamento de grupos.
Formar grupos de 10 homens destinados a observação e guarda de locais pré-determinados, obedecendo um critério de rodízio.
Determinar que o restante da população volte às suas atividades normais.
Os militares fizeram tudo o que foi possível para estabelecer a ordem. Visitaram várias localidades, inclusive locais mais afastados onde vivia a população mais pobre. Locais como: Ubintuba, Campo Cerrado e Vila Nova onde o pânico era tal, que as famílias ficavam amontoadas em pequenos casebres, pois achavam que ficando juntas, estariam mais protegidas dos ataques das “luzes”.
No entanto, as “luzes” continuavam a atacar em determinados horários, aumentando o clima de terror entre a população. Os militares continuaram seu trabalho de acalmar a população e restaurar a ordem. Para isso, começaram a ministrar palestras, apresentar slides e principalmente, ouvir suas histórias.
Também procuraram socorrer da melhor maneira possível os que apresentavam sequelas físicas ou psicológicas dos ataques das “luzes”.
Chegaram inclusive a trazer uma equipe médica de Belém para atender essas pessoas.
Através de suas observações cuidadosas e de registros detalhados, os militares da FAB concluíram que as “luzes”, eram na verdade Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs), que estavam atuando na região.
Puderam comprovar que os OVNIs se movimentavam em altitudes, direções e velocidades variadas. Sendo capazes de executar uma série de manobras complexas, fato que por si só já indicara que esses objetos eram naves inteligentemente dirigidas.
Graças ao Capitão Hollanda e a Campanha “UFOs - Liberdade de Informação Já” da Revista UFO que gentilmente disponibilizou em seu site, todo os documentos referentes a “Operação Prato” obtidos em 2005, hoje, podemos avaliar em detalhes, o trabalho pioneiro e a experiência sem precedentes, vivida na Amazônia pelos militares da FAB.Ainda que muitos militares contestem a autenticidade dos documentos referentes a “Operação Prato”, é quase impossível não se render diante de tantas evidencias.
Há uma série de relatos que impressionam pela riqueza de detalhes e credibilidade das testemunhas, merecem ser resgatados. Histórias surpreendentes, descritas nos documentos do I Comando Aéreo Regional de Belém, Pará, comandado na época pelo Brigadeiro Protásio de Oliveira. Através delas é possível recriar parte dos estranhos acontecimentos vividos pela população da ilha de Colares naqueles dias.
Vejam alguns relatos:
Amélia Martins da Silva, 77 anos, 02.09.1977 às 22:00h
Dona Amélia, juntamente com sua filha Odete, vinha caminhando de Santo Antonio do Tauá até sua residência às margens da Rodovia. Já haviam saído da Vila quando observaram, vindo pela sua direita, uma luz amarelo-avermelhada e de brilho muito intenso. Inicialmente a luz deslocava-se sobre a rodovia. Mas, bruscamente começou a vir na direção delas. As duas começaram a correr e esconderam-se atrás das arvores. A “luz” parou por alguns instantes e depois começou a mover-se lentamente, retomando seu curso anterior, movendo-se rumo a Belém.
A Dona Amélia e sua filha não sofreram nada que as afetasse fisicamente. Enquanto estavam escondidas puderam observar muito bem o objeto luminoso. Descreveram um objeto arredondado, como um prato invertido. Media mais ou menos 1,30m de diâmetro. Tinha uma espécie de protuberância, de onde emanava uma luz avermelhada. O objeto em si era de cor azulada e emitia uma espécie de luz que fazia com que ele parecesse transparente. Quando Dona Amélia e a filha observaram o objeto ele estava mais ou menos a uns 30 metros do chão.
Manoel do Espírito Santo 12.10.1977 às 23:00h.
O Sr. Manoel do Espírito Santo encontrava-se juntamente com mais quatro amigos na frente de sua residência quando percebeu uma luz amarelada deslocando-se rumo ao poente. Quando estava, a mais ou menos 20 metros de distância do grupo, a “luz” foi diminuindo a velocidade. A testemunha observou que o objeto parecia tripulado por duas pessoas que usavam “óculos estranhos”. Enquanto observava o objeto, este disparou um feixe de luz sobre Manoel, que sentiu um forte abalo, semelhante a um choque elétrico, que começou nos pés e chegou até sua cabeça. Logo depois ele começou a sentir-se paralisado. À medida que a “luz” foi se afastando, Manoel começou a recobrar os movimentos, mas ainda ficou entorpecido durante alguns minutos. De acordo com a descrição de Manoel, o objeto parecia uma estrela. Possuía um brilho amarelo-avermelhado, mudava de cor, começando pelo amarelo claro chegando até o vermelho. Tinha a forma de um barril com uma luz azulada na parte superior. O objeto movimentava-se de uma forma estranha, em movimentos ondulantes.
Manoel dos Santos, 12.10.1977 às 23:30h.
Manoel estava dentro de sua casa juntamente com seus filhos pequenos. Estavam dormindo em redes com as lamparinas apagadas. Acordou por volta das 23:30 h, assustado pela intensa luz que iluminou todo o interior de sua pequena casa. A luz “atravessava” o telhado feito de telhas de cerâmica. Quando Manoel tentou levantar-se para verificar de onde vinha aquela estranha luz, ele simplesmente não conseguiu. Estava paralisado e nem sequer conseguia gritar para pedir socorro. Depois de alguns minutos, conseguiu levantar-se e pedir ajuda dos vizinhos. O Sr. Manoel ficou, por aproximadamente oito dias, muito rouco e com o lado esquerdo do corpo levemente adormecido. Ele já havia visto “luzes” passando na frente de sua casa. Viu muito bem, como elas passavam, bem baixo e sem produzir ruído algum. Elas quase sempre vinham da direção onde o sol nascia. Às vezes, as “luzes” deslocavam-se bem devagar, e então, subitamente aumentavam a velocidade, desaparecendo rapidamente.
Raimundo Nonato Barbosa, 48 anos,16.10.1977, 5:30h
Raimundo voltava para casa, quando já bem próximo da residência de um amigo começou a sentir uma estranha sensação. Era como se estivesse perdendo as forças. Trazia os sapatos nas mãos e nesse momento, sem perceber deixou que um deles caísse. Recolheu-o do chão e voltou a caminhar. Mas, desta vez seus dois sapatos escorregaram de suas mãos. Então, ele abaixou-se para recolher os sapatos e acidentalmente olhou por cima de seu ombro. Nesse momento, ele viu um objeto luminoso de forma circular, que em suas palavras “parecia uma arraia”, com mais um menos 1,50m de diâmetro. Deslocava-se vagarosamente, a mais ou menos 10m de altura do solo. O objeto emitia uma luz de cor azul muito intensa, diretamente em sua direção. Assustado, “Seu” Raimundo reagiu. Reuniu toda a força que pode e saiu correndo em direção a casa de um amigo, gritando por socorro. Enquanto corria, olhou para trás e viu que o objeto passou a se mover mais alto que a copa das árvores, deixando atrás de si um rastro de faíscas luminosas multicoloridas. “Seu” Raimundo ficou com um estranho tremor no corpo, dor de cabeça e um intenso adormecimento na região do corpo atingida pela luz. Aparentemente não foram encontradas marcas de queimadura.
Raimundo Galvão Trindade, 36 anos,15.10.1977, 4:00h
Ele estava dormindo em sua residência, na rua principal da cidade. Despertou com uma forte claridade iluminando o ambiente. Nesse momento sentiu como se tivesse sido picado por uma agulha, na face interna de sua coxa direita. Procurou olhar pela janela, tentando ver de onde provinha aquela luz, mas não conseguiu ver nada de anormal. Só conseguiu ver uma claridade mais intensa do que o normal, que vinha do lado poente. Achou tudo muito estranho, pois de acordo com suas palavras “parecia que a lua estava em outra posição?”. Pela manhã ao se levantar, ele sentiu um forte enfraquecimento. Olhou para sua perna, e viu que havia uma região muito vermelha e quente. Justamente o local onde havia sentido uma “picada” estranha na noite anterior. Agora o local estava com uma forte sensação de calor e adormecimento. Ao levantar-se, sentiu uma forte dor de cabeça e tontura. Num primeiro momento não deu maior importância, pois como ele mesmo disse “não acreditava nas histórias de pessoas chupadas”. Porém, com o passar dos dias, a região onde se sentira “picado”, apresentou uma coloração estranha, como se fosse uma espécie de queimadura e a pele começou a descamar. No centro, havia um pequeno ponto mais avermelhado e ao redor dele, uma área bem definida, de forma oval com aproximadamente 25x14 cm. Os agentes da FAB que o entrevistaram e recolheram seu depoimento puderam comprovar a veracidade do ferimento, bem como a situação descrita da perna do Sr. Raimundo.
O depoimento da Dr. Wellaide, foi com certeza um dos mais contundentes e que agregou mais impacto, aos casos ocorridos em Colares. Uma pessoa culta e não suscetível a crendices observou e descreveu tudo o que viu, do ponto de vista da ciência. Ela relatou aos oficiais da FAB que nos dias 16 e 17 de outubro, nos horários mencionados acima, ela viu um objeto luminosos de brilho metálico, fazendo estranhas manobras sobre a praia do Cajueiro. Esse local estava situado a mais ou menos 1.500m do ponto onde a Dr. Wellaide estava. O objeto apresentava uma bizarra forma cônica, e teria mais ou menos 3m de comprimento por 2m de largura. Estava a uns 100m de altura e movimentava-se de maneira irregular, balançando-se lateralmente. Vez por outra o objeto parava e dava uma volta completa sobre si mesmo. Ela pode ver tudo muito nitidamente, juntamente com várias pessoas, todos eles, diante da Unidade Hospitalar local. Num primeiro momento a doutora evitou falar sobre o assunto temendo por sua reputação. Mas à medida que iam surgindo mais casos “estranhos” no Pronto Socorro, ela começou a ficar muito preocupada, chegando a solicitar ajuda. A população da região procurava a Unidade Hospitalar queixando-se de terem sido “atingidas” por uma “luz” desconhecida. Na maior parte dos casos as vítimas apresentavam queimaduras de primeiro grau, tonturas, tremores e dor de cabeça. Eram geralmente atingidas nas extremidades. Alguns apresentavam microperfurações.
Nos homens, esse tipo de lesão geralmente se situava na região do pescoço, na altura da veia jugular. Já nas mulheres, a lesão ficava na altura do seio. Diante da situação que já estava fora de controle, ela chegou a redigir um comunicado ao Secretário de Saúde do Pará, mas acabou não enviando com medo de cair no ridículo e prejudicar sua carreira que estava em ascensão.
Ninguém poderia culpa-la. Esse é um comportamento clássico, justamente entre as testemunhas de maior credibilidade. Mas, aos poucos ela abandonou a segurança do silencio, à medida que os casos iam se tornando cada vez graves, alguns terminando em óbito. Os ferimentos apresentavam características como ela jamais havia visto. A marca de queimadura ficava literalmente preta, como se o ferimento tivesse ocorrido a mais de uma semana. Porém, haviam se passado pouco mais de dez minutos, desde o momento em que a vítima fora atingida pela luz.
Alguns casos foram muito marcantes para a doutora. Ela contou que uma mulher chegou carregada ao Pronto Socorro da Unidade Hospitalar, apresentando espasmos e a boca estava firmemente cerrada. Seus sintomas faziam crer que era um caso de ataque cardíaco. Seus acompanhantes contaram que ela havia sido atingida pela “luz” dentro de casa. Como era um caso grave, recebeu os primeiros socorros e foi enviada de ambulância para Belém. Outra mulher, chegou extremamente rígida ao Pronto Socorro. Havia sido trazida em um carro, no banco de trás, com as pernas para fora da janela, pois havia sido impossível flexiona-las. Também foi encaminhada para Belém. A doutora procurou saber do estado das pacientes, e ficou chocada ao saber que ambas haviam morrido. Em média cinco dias após terem sido atingidas. Em seus atestados de óbito figurava como causa mortis: causa desconhecida.
Os casos continuaram a ocorrer por um bom tempo. Um dia a doutora voltava para a casa, quando encontrou uma mulher desmaiada no meio do caminho. Foi socorre-la e ao olhar para cima viu um objeto cilíndrico, flutuando à altura de um prédio de 10 andares. Ela sentiu-se paralisada. O objeto tinha uma cor estranha, como ela nunca vira igual. Movimentava-se em círculos. Passados alguns minutos o objeto rumou em direção ao mar e desapareceu.
Maria Francisca Furtado, 30 anos.
Dona Maria residia numa área afastada, chamada de Vila Nova do Ubintuba. As “luzes” costumavam aparecer nessa área com muita frequência, provocando verdadeiro pânico entre a população. Ela, como muitos outros moradores temiam as chamadas “luzes” ou “chupa”. Para se proteger, as famílias, preferiam juntar-se toda noite, em grandes grupos para dormir. Acreditavam que assim corriam menos riscos. Pensando assim, Dona Maria e seu companheiro dirigiam-se toda noite a casa de “Seu“ Manoel Arcângelo Soares onde todas se juntavam. Numa dessas noites em que seguia para lá. Já dentro da casa, ela foi atingida por uma “luz” que a deixou paralisada. Sentiu uma espécie de choque e em seguida seus braços ficaram muito quentes. Ela começou a tremer e o lado direito de seu corpo foi ficando adormecido. Ficou assim por mais ou menos uma hora. Após esse tempo, ficou muito rouca e com forte dor de cabeça. Como Dona Maria estava dentro da casa, e não saiu, ela não viu o objeto que emitiu a “luz” que a atingiu.
Claudiomira Rodrigues da Paixão, 35 anos,18.10.1977, 23:00h
Dona Claudiomira fez seu depoimento ao chefe da Segunda Seção, contando para ele, em detalhes, todo o seu drama ocorrido no dia dezoito de outubro às 23:00 h. Como já era tarde ela se encontrava deitada, porém ainda estava desperta. Ela estava deitada em uma rede, próxima a uma senhora e seu filho. A cidade já estava totalmente às escuras, pois naquela região, a energia elétrica era desligada às 22:00h. Por esse motivo ela estranhou quando viu um foco de luz, parecido com o de uma lanterna, aproximando-se dela. A “luz” percorreu todo o seu corpo. Num determinado momento parou à altura de seu seio esquerdo. Ela sentiu uma sensação estranha, como se estivesse sendo sugada. Rapidamente a “luz” deslocou-se para a altura de sua mão direita. Ela sentiu como se estivesse sendo picada por uma agulha. Enquanto tudo isso ocorria, ela tentou várias vezes gritar por socorro, mas sua voz não saia. Sentia todo o seu corpo meio adormecido. Desesperada, mas sem ação, ela percebeu que o ambiente começou a ficar todo iluminado por uma intensa luz esverdeada. A sensação de torpor no corpo era muito grande, mas ela pode ouvir claramente quando a mulher que estava ao seu lado falou:
.. eu já estou estragada... o bicho me “chupou”.
Lembrou-se que foi nesse exato momento que sentiu um calor muito intenso em seu seio esquerdo, ao mesmo tempo, sentiu uma dor muito aguda na mão direita. Aos poucos foi recobrando os movimentos, mas ainda sentia uma forte dormência e pressão no lado esquerdo do peito. Era como se ela estivesse sendo comprimida pelo lado de dentro. A seguir, começou a sentir uma forte dor de cabeça. Sentindo-se mal, foi atendida pela Dra. Wellaide que a encaminhou ao Instituto Médico Legal. Lá, ela foi examinada e pediram a ela que voltasse para que pudessem realizar mais exames. Durante os exames, os médicos observaram que ela possuía uma área bem delimitada e circular, aparentando estar queimada, bem na altura do seio esquerdo. Possuía também, uma lesão leve, na mão direita. Esses eram os locais exatos que ela havia descrito como tendo sido atingidos pela “luz”.
Antonino de Souza, 51 anos, 24.10.1977, 03:00 h
O “Seu” Antonino, nunca havia visto nenhum objeto luminoso e não acreditava nas histórias que as pessoas contavam sobre a “luz” ou o “chupa”. Achava que tudo não passava de invencionice do povo. Mas, sua opinião iria mudar rapidamente. Na madrugada, no dia vinte e quatro de outubro, ele saiu para o quintal de sua casa quando percebeu que o local ficou todo intensamente iluminado por uma luz de cor azulada, que se espalhava em todas as direções. Ele chamou a esposa e comentou que a luz parecia vir de uma “estrela” próxima. Mas, certamente não era a luz da lua. Após esses comentários, sua esposa foi deitar-se. A partir desse momento as lembranças de “Seu” Antonino tornaram-se extremamente confusas. Ele se recorda que pareceu ouvir a voz de sua esposa, mas de uma forma muito distante. Parecia que ele havia sido atingido por um “jato” de luz que o deixou momentaneamente paralisado. Queria chamar sua mulher, mas a voz não saia. Nesse momento, o gato da casa tentou roubar peixe seco e derrubou alguns utensílios, fazendo bastante barulho. O filho do casal acordou e viu o pai paralisado no quintal. Chamou a mãe e correram para atender “Seu” Antonino que apenas pode dizer:
“O chupa já me pegou...”
Desse dia em diante, o pescador passou a acreditar nos relatos que os outros habitantes da região faziam. Passou a ser mais atento e observar com mais cuidado os estranhos fenômenos luminosos que estavam ocorrendo em Colares. Dois dias após o incidente em sua casa, no início da madrugada, ele testemunhou o aparecimento de um estranho objeto luminosos “pairando” a baixa altitude, mais ou menos a uns 40 m do solo, logo acima da copa de uma mangueira, existente na esquina da rua onde se localiza a Unidade Hospitalar. Alertados por ele, vários populares começaram a juntar-se no local para observar o fenômeno. O objeto começou a mover-se. Primeiramente em baixa velocidade e em seguida acelerou muito e ganhando altitude rapidamente até desaparecer.
No dia 24 de outubro, a equipe da FAB, solidária com a aterrorizada população de Colares, reuniu-se e resolveu entrar em contato com o Prefeito do Município de Colares. Como ele se encontrava acamado, indicou o vereador Manoel Costa, conhecido como “Duca”, para representa-lo. O vereador acompanhou a equipe da FAB, que havia sido alertada por populares, sobre a presença de estranha luz, que parecia vir de um objeto de características e procedência desconhecidas.
O objeto era semelhante ao que o povo da região costumava chamar de “aparelho”, “luz” ou “chupa”. Com grande boa vontade, os militares e o vereador, seguiram para o local indicado pelas pessoas que haviam visto a “luz” pairando a baixa altitude, nas proximidades da Unidade Hospitalar. A equipe acabou chegando atrasada ao local, mas mesmo passadas três horas, ainda foi possível ver um objeto luminoso deslocando-se a média altitude e que em um dado momento deixou de brilhar. Em seu lugar surgiram outros dois objetos luminosos que se separaram, deslocando em sentidos opostos. Após esse, e depois, outros incidentes mais graves, a equipe da FAB decidiu levar em uma viatura, uma equipe de médicos de Belém, até Vila Nova do Ubintuba, para examinar e atender os moradores da região que haviam sido atingidos pela “luz”.
Os membros da equipe da FAB, puderam ver, juntamente com vários habitantes da região, um objeto luminoso a mais ou menos 4 km de distância. O brilho do objeto era de intensidade variável. Num primeiro momento pareceu uma estrela brilhante. Mas, aos poucos puderam observar que a “estrela” emitia, em intervalos regulares, estranhos lampejos de luz com a coloração azul-arroxeada. Passado algum tempo, iniciou uma série de manobras de voo. Em certo momento os militares estimaram a velocidade de voo em 800 km por hora. À medida que se aproximava, puderam observar que na verdade, a “estrela” era um OVNI, dotado de uma pequena cúpula na sua parte superior.
O fato foi testemunhado pelo Tenente Coronel Camillo, juntamente com outro militar que o acompanhava, chamado Flavio e vários outros moradores da região, que estavam próximos do cemitério da cidade. Não muito longe deles, a equipe de terra e os tripulantes do helicóptero da FAB: Tenente Coronel Gonçalves, Tenente Kuster, Sargento Roberto e Sargento Dourado, que faziam o balizamento para pousos e decolagens de emergência num campo de futebol, também puderam observar o estranho comportamento do objeto luminoso. No relatório da missão, feito pelos militares da FAB que compunham a Operação Prato pode-se perceber um grande empenho por parte da equipe, no intuito de reunir o maior número possível de testemunhas e material áudio visual sobre os estranhos fenômenos que estavam ocorrendo em Colares, Vigia e Santo Antonio do Tauá.
Diante do quadro que encontraram, os militares perceberam de imediato, a intensa gravidade da situação que poderia ficar fora de controle muito rapidamente. Os constantes aparecimentos dos “focos de luz”, juntamente com o grande número de pessoas “atingidas”, geravam um pânico sem precedentes na região. Os sintomas descritos pelas vítimas da “luz” e as “queimaduras” que elas apresentavam eram coincidências demais, para serem descartadas como sendo apenas uma onda de histeria. Todos os fatos reunidos formavam uma sólida prova de que algo muito estranho e inexplicável estava acontecendo em uma escala jamais descrita ou imaginada.
Local: Olaria Keuffer (Rio Guajará) das 19:00 às 22:00h.
Foi visto um objeto luminoso que se deslocava logo abaixo da copa das arvores. Chamou a atenção por sua intensa luminosidade, equivalente ao nascer do sol. A claridade era tanta, que o observador não conseguiu enxergar os detalhes estruturais do objeto. Observou que o objeto era circular, com uma pequena cúpula avermelhada na parte superior. O observador teve a impressão que a cúpula era transparente. O objeto encontrava-se a mais ou menos 70 metros do observador. Tinha aproximadamente 3 metros de diâmetro e 2 metros de altura (da base até o topo da cúpula).
O observador ainda estava tentando entender o que estava acontecendo quando se transformou em testemunha de um dos casos mais estranhos já relatados aos oficiais da FAB. Da parte inferior do objeto, abriu-se uma espécie de escotilha de onde saiu um ser semelhante a um humano de baixa estatura, porém atarracado. Movia-se como se estivesse flutuando. Vestia uma espécie de macacão inteiriço, bem colado ao corpo. Das mãos dele partiu um foco de luz avermelhada que atingiu em cheio o espantado observador. Este, que se encontrava deitado em uma rede, saltou e saiu correndo aterrorizado. Já distante, ele voltou-se para ver o que acontecia e pode ver a estranha criatura que saíra do objeto luminoso, examinando atentamente a rede onde ele estivera. Logo depois, a criatura dirigiu-se novamente para o objeto e este começou a vir em sua direção, a uma altura média de uns 20 m.
A testemunha correu para o mangue e entrou nele, fugindo da perseguição do objeto. Lançou-se na direção do barco onde estavam seus companheiros de trabalho. Ao chegar lá, começou a contar o que ocorrera, quando o objeto reapareceu e todos puderam vê-lo. Estava com uma coloração diferente; vermelho na parte superior e azul na parte de baixo. Assustados, todos se puseram a correr, abandonando o navio. Olhando para trás, puderam ver quando a estranha criatura atarracada inspecionava atentamente o barco. Logo depois viram quando ele retornou ao OVNI, e rapidamente desapareceu no meio das arvores. A testemunhada foi avaliada clínica e psicologicamente, não sendo encontrada nenhuma anormalidade física ou comportamental.
O Capitão Hollanda juntou-se a equipe da Operação Prato no dia vinte e nove de novembro de 1977. Ele recebeu todos os dados colhidos até então pela equipe da FAB, composta pelos Agentes George, Ernesto e Smith. Ciente da gravidade da situação assumiu o comando da operação e o agente Smith retornou à base. Na semana que antecedeu a chegada do Capitão Hollanda houve uma intensa atividade de objetos luminosos nos céus de Colares e regiões próximas. Entre os dias 25 e 27 de novembro, vários corpos luminosos foram vistos e documentados pela equipe de Agentes.
No dia anterior a chegada do Capitão, logo após as 19:00 horas, os agentes observaram vários corpos luminosos de cor amarela, que emitiam luz azulada. No início de dezembro a quantidade e variedade de objetos luminosos avistados aumentou significativamente. A maior parte dos avistamentos ocorria por volta das 19:00 horas. No primeiro dia de dezembro a equipe da FAB presenciou um corpo luminoso, (era assim que eles se referiam aos OVNIs) a uma grande altitude e deslocando-se a altíssima velocidade. Nos dias seguintes as aparições continuaram a ocorrer e o número de relatos e testemunhas não parava de crescer.
O Padre Alfredo, 48 anos, contou que na última semana de novembro, por volta das 19:00 horas viu um OVNI de forma cônica movendo-se em baixa velocidade e sem fazer qualquer tipo de ruído. Ele estava a mais ou menos 100m do objeto que parecia ter aproximadamente 3m de comprimento e talvez uns 2m de diâmetro. Possuía uma luz vermelha numa das laterais e outra verde na parte oposta. Num dado momento enquanto o padre observava o objeto, ele subitamente aumentou a velocidade e desapareceu.
Ao ler a descrição do objeto feita pelo Padre Alfredo, que era uma pessoa muito querida e respeitada em sua comunidade, não pude deixar de notar semelhanças com o OVNI, que teria caído em Kecksburg, nos Estados Unidos em dezembro de 1968. De acordo com a descrição das testemunhas, o objeto era alaranjado e tinha uma forma cônica, que fazia lembrar um sino. Não me lembro de muitas descrições com características semelhantes ao do objeto caído em Kecksburg e do objeto visto em Colares pelo padre Alfredo, juntamente com várias outras testemunhas.
No mesmo dia em que o padre viu o estranho objeto de forma cônica, um pescador de 36 anos, chamado Rósio Oliveira viu algo que chamou sua atenção. Logo no início da madrugada, ele estava pescando bem na frente da praia da Ponta do Machadinho, na área conhecida como Canal do Navio. Ele viu dois objetos luminosos, aparentemente imóveis, um maior que o outro. Estavam próximos e lado a lado.
Num determinado momento o menor, foi se aproximando do maior, chegando a ficar bem próximo e logo abaixo do maior. Nesse momento, os corpos luminosos estavam sobre a praia. Passado algum tempo, deslocaram-se em baixa altitude, rumo a Belém. À medida que se aproximavam da parte mais iluminada da cidade, os objetos luminosos desapareceram.
Uma hora depois desse avistamento, um outro pescador que pescava entre a Ponta do Machadinho e as Pedras viu um objeto luminoso que se deslocava à baixa altitude sobre a baia, rumo ao Soure. O objeto era de cor amarelo-avermelhada e emitia uma luz azulada. O objeto passou a mais ou menos 400 metros do observador.
No dia anterior, um pouco antes das 19:00 horas, o capitão Hollanda havia observado um estranho objeto luminoso. Ele deslocava-se à baixa altitude, aproximadamente 200 metros, na direção norte-sul. O objeto emitia grande luminosidade, com breves aumentos de intensidade.
Às 19:30, o Capitão Hollanda avistou um objeto luminoso estacionário sobre a Praça da Escultura. Emitia intensos jatos de luz, semelhantes a flashes fotográficos, em intervalos regulares. O objeto era de cor amarelo-avermelhado com um núcleo azul, muito intenso. Depois de algum tempo, partiu em grande velocidade rumo ao norte. Nos dias seguintes, logo após o anoitecer, foram vistos objetos luminosos a baixa altitude. Permaneceram por um bom tempo sobre a baia e depois partiram na direção sudoeste. Possuíam intensa luminosidade. O Capitão Hollanda documentou o fato, que também foi testemunhado por vários pescadores.
Mais e mais relatos chegavam aos atônitos militares. Os avistamentos eram diários e sempre começavam logo após as 19h. Os oficiais da FAB faziam suas anotações e procuravam obter o maior número possível de registros fotográficos. Os objetos luminosos permaneciam nos locais por períodos cada vez maiores. No início eram vistos por apenas alguns minutos, mas a partir do mês de dezembro os avistamentos podiam durar horas. Pareciam cada vez mais confiantes e atrevidos. Já havia, inclusive relatos de pouso dos objetos.
Às 23:30, um objeto luminoso pousou na Praia do Areião, em Colares. Tinha uma cor avermelhada escura, quase marrom. Possuía estranhos reflexos luminosos de cor azul esverdeada na parte inferior. O objeto tinha um formato arredondado que de acordo com a testemunha, lembrava um “chapéu de aba curta”. A testemunha encontrava-se a mais ou menos 40 metros de distância do objeto e calculou que ele tivesse aproximadamente de 3 a 4 metros de diâmetro. A parte superior do objeto parecia ser transparente. A testemunha ficou observando o objeto por uns 10 minutos e então decidiu procurar seus amigos para que juntos pudessem aproximar-se mais do objeto. Quando retornou com seus companheiros, o objeto não estava mais pousado. Puderam ver como ele se deslocava em grande velocidade rumo noroeste.
Campinas da Vigia, no dia 18.04.1978 às 20:00 horas.
Foi visto um objeto luminoso se deslocando em grande velocidade e a baixa altitude. Cruzou a rodovia e começou a diminuir a altitude, vagarosamente, como se fosse pousar. O Padre Alfredo que se aproximava do local pode ver o acontecimento. Parou seu carro e saiu para observar melhor. O OVNI tinha forma circular e possuía três luzes na parte inferior. Eram de cores verde, vermelha e branca e estavam dispostas na forma de um triangulo. Piscavam de forma intermitente, da esquerda para a direita.
Em Conceição do Araguaia, no Rio Jataí, no dia 11.06.1978 por volta das 14:30h, um piloto relatou ter visto um OVNI, quando estava em seu avião, em plena luz do dia. Era um objeto de cor cinza clara, quase azulada. Possuía um brilho metálico. Tinha uma forma oval, com estruturas superpostas, onde a menor ficava sobre a maior. Media aproximadamente uns 6 metros e possuía uma luz vermelha e outra azul na sua parte inferior. Estava a uns 4.500 pés (1.350m) de altitude e a uns 100 metros de distância do observador. Num determinado momento o OVNI fez uma passagem rasante sobre o avião do observador, que voava no piloto automático. O avião sofreu forte turbulência em consequência da manobra do OVNI, chegando mesmo, a perder altitude. Ainda se recuperando do susto, o piloto viu o objeto fazer uma curva e voltar em sua direção fazendo outro voo rasante sobre o avião, desta vez na lateral. O OVNI prosseguiu adiante, mantendo-se a uns 100m à frente do avião. Depois subiu na vertical, numa manobra semelhante à de um helicóptero. O experiente piloto, envolvido involuntariamente na série de manobras do OVNI, confessou que em mais de vinte anos de experiência na aviação, jamais havia presenciado algo semelhante. O estranho objeto, parecia ter uma estrutura flexível, que pulsava, deixando um rastro luminoso de cor azulada, à medida que subia. O piloto deixou bem claro que ficou muito abalado com a quase colisão em pleno voo. Tão logo conseguiu pousar, ele tratou de procurar um médico.
Relato feito em 05.03.1979, pelo Dr. Pedro Rosado, neuro-cirurgião e professor catedrático da Universidade Federal do Pará.
O Dr. Pedro Rosado, neuro-cirurgião e professor catedrático da Universidade Federal do Pará e morador em Belém, no Estado do Pará possuía uma fazenda na região de Quatipurú e por várias vezes observou a presença de vários OVNIs na região.
Apresentavam comportamento suficientemente diferenciado, a ponto de não poderem ser confundidos com aviões. Em diversas situações ele pode ver como se movimentavam, em várias altitudes, velocidades e direções diferentes e efetuando manobras impressionantes.
Uma noite, quando o Dr. Pedro conversava com um grupo de amigos na frente da sede de sua fazenda, foram subitamente “iluminados” por uma intensa luz azulada semelhante a um “flash” fotográfico.
A claridade era tanta que foi possível ver toda a região como se estivessem em plena luz do dia. O Dr. Pedro, relatou casos ocorridos na região e que chegaram a ao seu conhecimento.
Num deles, a filha do vaqueiro Antonio Galdino, foi atingida por um foco de luz lançado por um objeto luminoso como os que ele costumava ver cruzando o céu de sua fazenda. A pobre moça ficou dez dias com o lado esquerdo do corpo paralisado, justamente a área atingida pelo foco de luz.
Ela apresentava estranhas lesões róseas, na região atingida. O médico ficou muito impressionado, pois aquelas lesões eram muito diferentes das produzidas por queimadura.
No relatório da FAB há uma observação sobre o caráter do Dr. Pedro Rosado:
“... o médico é um homem muito sério e até difícil de tratar. De poucas palavras e de grande renome profissional. Muito franco e firme em suas afirmativas, porém evita falar sobre OVNIs com outras pessoas, com receio de comprometer sua reputação, pois como ele disse, pessoas que viram OVNIs são tratados em sua maioria como visionários e desequilibrados”.
Vendo todos os relatos e o sofrimento vivido naqueles dias de terror, Roswell torna-se um incidente menor.
Tirem suas conclusões.











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