sexta-feira, 2 de julho de 2021

O.S.N.I ou U.S.O - Objeto Submarino Não Identificado

 Não há pesquisador de fenômeno OVNI que não tenha se deparado em algum momento, com casos de objeto voador que saiu ou mergulhou no mar ou em algum lago.

Há milhares de casos reportados no mundo todo. Esses relatos sempre impressionam, principalmente por descrever a habilidade com que esses objetos podem se deslocar tanto no ar como na água. Em inglês eles são conhecidos como U.S.O (Unidentified Submersible Object) e em português são conhecidos como O.S.N.I (Objeto Submerso Não Identificado). Alguns relatos são tão antigos quanto as civilizações que nos antecederam e chegaram até nossos dias através de documentos históricos. Ao estuda-los é possível perceber que embora oriundos de um passado longínquo, continuam extremamente atuais.

Em seu diário, registrando sua primeira viagem para a América, Colombo descreveu  fenômenos inexplicáveis como luzes no céu que mergulhavam no mar,  a desorientação da bússola e um "mastro" que saia do mar, mas que por mais que os marinheiros tentassem puxa-lo  para bordo, ele não se movia. Era incrivelmente pesado.

No folclore japonês, também há um registro impressionante.

Contam que no Japão, em 1803, pescadores viram uma estranha embarcação redonda que chegou à costa. A embarcação media entre 3,5 a 5,00 metros. Tinha janelas de vidro.

 Quando o "barco" se aproximou da praia, os pescadores se aproximaram e ajudaram uma mulher a sair de dentro dele. Parecia ser muito jovem.
 Vestia roupas estranhas. Seu rosto era pálido e tinha cabelo e sobrancelhas vermelhas. Ao tentar se comunicar com eles, viram que ela falava uma língua que ninguém nunca tinha ouvido.


Ela também carregava uma caixa que parecia feita de madeira lisa. Devia ser muito importante para ela, pois nunca se separava dela. Contam que era através dessa caixa que ela conseguia se comunicar com as pessoas.  Depois de algum tempo, ela entrou novamente na estranha embarcação e foi embora. Nunca mais foi vista.

 A embarcação tinha estranhos caracteres desenhados nela. Esta é a história de um utsurobune , ou “navio oco”, que apareceu na província de Hitachi (agora Prefeitura de Ibaraki) . Esta registrado vários documentos e gravuras do período Edo (1603-1868).

Já mais recentemente, há um caso que teve repercussão mundial.

 Ocorreu na década de 60. Mais precisamente no dia 30 de janeiro de 1960 em Golfo Nuevo, na Argentina.

 Num exercício de rotina em área destinada a manobras militares, várias unidades da Marinha Argentina, destinadas à instrução de cadetes, detectaram a presença de um grande objeto submerso a mais de 150m de profundidade. Imediatamente pensaram tratar-se de um submarino estrangeiro. A Marinha Argentina iniciou então, um processo de rastreamento e contato.

Mas, o que mais intrigava os especialistas era o tamanho do “submarino”. Não se parecia com nenhum modelo conhecido, por esse motivo, imaginaram que pudesse tratar-se de algum projeto experimental secreto em fase de testes. Mas a quem pertenceria?

Imediatamente o governo argentino tratou de contatar os países que poderiam desenvolver semelhante artefato. Não queriam tomar nenhuma atitude precipitada que viesse causar futuros incidentes diplomáticos. Consultaram então, os governos dos Estados Unidos, da antiga União Soviética, da Inglaterra e da França. Esses países, por sua vez, negaram veementemente possuir semelhante classe de “submarino” ou estar fazendo manobras não autorizadas próximas do território argentino.

Diante de tal situação, a Marinha passou a interpretar a conduta do “submarino” estacionado dentro do Golfo Nuevo, como sendo a atitude de um invasor hostil. Tentaram contato com ele durante vários dias. Porém,  quando tudo mais falhou iniciaram o processo de bloqueio, utilizando minas ao longo dos 16 km da boca do golfo.

Os radares estavam em alerta constante. Barcos de patrulha varriam a área durante a noite utilizando potentes refletores. Homens rã foram convocados pela Marinha para auxiliar na missão de busca e reconhecimento do alvo. Finalmente, cargas de profundidade foram lançadas para intimidar e forçar a rendição do submarino. Acreditavam que assim ele viria à tona. Mas nada deu resultado.Ao todo a operação mobilizou 13 navios e 40 aviões.

Para evitar acidentes durante o processo de ataque ao suposto submarino, os militares providenciaram o desvio das rotas comerciais aéreas e marítimas. A essa altura dos acontecimentos, os Estados Unidos já estavam profundamente interessados no que ocorria tão perto de seu território e em área de sua influência política.

 Rapidamente tratou de oferecer sua colaboração e ainda enviou especialistas munidos de material de última geração em buscas submarinas. Porém, apesar de todos os esforços e do ataque constante, o “submarino” não se moveu do lugar.

De acordo com versões extra oficiais, que jamais foram confirmadas pelos militares argentinos, teria ocorrido um episódio espetacular em Golfo Nuevo. Nessas versões, contam que no dia 14 de fevereiro, após várias tentativas de contato e pedidos de rendição efetuados pela marinha Argentina, e devidamente não respondidos pelo “submarino”, os radares detectaram subitamente, dois imensos “submarinos” que manobravam ao redor dos navios argentinos.

 Estavam perigosa e ameaçadoramente próximos dos navios, no entender da Marinha. Essa atitude gerou pânico entre todos que participavam da operação, principalmente porque, os dois “submarinos” gêmeos eram gigantescos. Imensos, se comparados ao primeiro submarino detectado nas profundezas do golfo.

No dia 15 de fevereiro, o primeiro submarino desapareceu totalmente do radar juntamente com os outros dois. O primeiro pensamento que ocorreu aos militares envolvidos naquela operação era de que os submarinos haviam conseguido fugir ao cerco e alcançado mar aberto.

 Portanto, continuaram rastreando toda a região, e finalmente no dia 21 de fevereiro o primeiro submarino detectado, o menor, voltou a ser novamente detectado dentro do golfo.

A reação imediata foi um ataque maciço por terra, mar e ar. Trataram de utilizar as melhores e mais modernas armas disponíveis, inclusive torpedos teleguiados. O resultado foi desastroso. Não encontraram qualquer sinal do “submarino”. Não foi destruído e nem sequer danificado. Não encontraram destroços de nenhuma espécie.

 Diante dos decepcionados militares restou apenas um cenário macabro de devastação, onde, jaziam toneladas de peixes mortos e cadáveres de pinguins à deriva.

Diante do fracasso, a Marinha e o Governo Argentino anunciaram a suspensão definitiva das buscas e ataque ao “submarino” não identificado. O fato é que o caso acabou entrando para a história, mas o que realmente aconteceu por lá, é um segredo muito bem guardado.

Apesar de tantos anos terem se passado, a verdade continua encoberta.


Outro caso muito famoso ocorreu no dia 4 de outubro de 1967, na pequena e desconhecida aldeia de pescadores chamada Shag Harbor, Nova Escócia no Canadá.

 Aconteceu diante de dezenas de testemunhas, incluindo oficiais da prestigiosa Polícia Montada do Canadá (Royal Canadian Mounted Police). Na noite do dia 04 de outubro, várias testemunhas relataram o aparecimento de estranhas luzes no céu. Primeiramente, foram vistas quatro grandes luzes alaranjadas que se destacavam no céu noturno. Repentinamente, as luzes mergulharam vertiginosamente, num ângulo de 45 graus em direção ao mar. Continuaram nessa trajetória até chocar-se com a superfície das águas, provocando um grande estrondo, semelhante a uma grande explosão.

Logo depois, viram algo que deslizava velozmente sobre as águas. Passados mais alguns minutos, ouviram o barulho de algo que mergulhou nas águas e finalmente o baque surdo. Como se um grande objeto tivesse batido no fundo do mar. A maior parte das testemunhas presentes, pensou que era acidente aéreo, envolvendo algum tipo de avião. Temendo pelas possíveis vítimas, trataram de comunicar às autoridades locais, o mais rapidamente possível.

Felizmente, a operação de “resgate” já estava em andamento, providenciada por oficiais da Polícia Montada que também haviam presenciado o “acidente”.

Nesse meio tempo, mais pessoas começaram a chegar ao local. Foram atraídas pelo barulho do impacto e pensavam que um avião havia caído no local.

 As testemunhas que se encontravam mais próximas da costa, viram um grande objeto arredondado, de mais ou menos 18 metros com uma grande luz amarela no topo. Esse estranho objeto que não parecia com nenhum avião conhecido. Flutuou a  uns 300 m da margem, durante alguns minutos antes de submergir. Algumas pessoas descreveram como a “bola vermelho-alaranjada” que chegou a mover-se sob as águas deixando um rastro de espuma amarelada, antes de finalmente chegar ao fundo.

A luz, aos poucos desapareceu. Mas, a espuma amarelada ficou flutuando por mais algum tempo. Indicando o local onde o estranho objeto luminoso havia afundado. Nada mais foi visto no decorrer daquela noite. Nos sete dias que se seguiram ao “acidente” inclusive o fim se semana, foram empreendidas exaustivas buscas. Vieram barcos aparelhados com radar para auxiliar na localização e mergulhadores treinados em busca e resgate.

Os mergulhadores tiraram uma série de fotos não divulgadas oficialmente e também recolheram amostras da espuma amarelada. Aparentemente nada foi encontrado. A Marinha começou a desviar sua atenção para um curioso submarino russo que estava perigosamente próximo de águas territoriais canadenses. Muito provavelmente, querendo investigar o incidente por conta própria.

Os jornais noticiaram o caso até a exaustão. Chamavam o objeto submerso de OVNI. Coletavam relatos das várias testemunhas. No dia 12 de outubro o “Chronicle Herald” publicou os relatos de testemunhas que afirmavam ter visto na noite do dia 11 de outubro, um objeto luminoso idêntico ao que havia afundado na noite do dia 4 de outubro.

Contaram que ele pairou sobre a área do acidente. Mais tarde e ao longo da noite puderam ouvir uma série de ruídos estranhos vindos da região onde ocorrera o acidente. Informaram as autoridades e a Polícia Montada que chegou a dirigir-se ao local. Algumas testemunhas afirmaram ter visto dois OVNIs iguais saindo das águas e alçando voo. Embora houvesse uma série de relatos, testemunhas e farta documentação, o relatório final foi uma decepção. Nele consta que nada foi encontrado. Nenhuma pista ou declaração sobre o OVNI que caiu em Shag Harbor. Nenhuma conclusão. Nada. Só o silencio que se seguiu à toda aquela agitação. Oficialmente nada foi visto ou encontrado. Muito embora, um pescador da região afirmasse ter visto claramente, quando os militares trouxeram pedaços de metal cor de alumínio do fundo do mar.

É claro que só o testemunho do pescador não pode ser a garantia de que o metal trazido à superfície pertencesse ao OVNI. O que o pescador afirmou ter visto, poderia muito bem ser o que restou de um naufrágio anterior ou outro acidente qualquer. Mas, a dúvida persiste. Ficaram registrados os relatos de alguns moradores que contaram à Polícia Montada, como uma hora antes do estrondo produzido pelo OVNI, na noite de 4 de outubro havia uma grande interferência nos televisores da região. Alguns saíram para checar as antenas e foi justamente nesse momento que puderam ver um grande objeto com seis luzes vermelhas. O objeto desapareceu por alguns minutos e quando reapareceu possuía então, quatro luzes alaranjadas.

O caso chamou a atenção dos Estados Unidos e em especial do Comitê Condon, que produziu um relatório denominado: Caso 34- Atlântico Norte- Outono de 1967.O caso foi investigado e o relatório final foi inconclusivo. As investigações não prosseguiram, pois consideraram que as investigações levadas a cabo pela Polícia Montada e pela Marinha haviam sido mais do que suficientes. O documento oficial mais significativo foi o produzido pelo “Rescue Cordination Center” juntamente com a Royal Air Force de Otawa que qualificaram o caso como “queda de um OVNI de origem desconhecida”.

Ainda sobre este caso, o que mais chamou a atenção naquela época foi a existência de um numero incomum de testemunhas qualificadas como “confiáveis” pela Polícia Montada. Também foi produzido um farto documental que despertou o interesse dos militares norte-americanos. Esse interesse já andava extremamente aguçado em razão da grande atividade de OVNIs registrada nos anos de 1965,1966 e 1967 em território canadense.

Num documento arquivado no N.S.A (National Security Agency) e liberado para consulta encontramos um aerograma datado de 13 de abril de 1966 e endereçado ao Departamento de Estado dos Estados Unidos. Foi enviado da Embaixada dos Estados Unidos em Otawa, Canadá e tem um texto no mínimo curioso:

“...os frequentes e recentes casos de OVNIs em vários pontos do Canadá tem despertado um crescente interesse sobre o assunto na Câmara dos Comuns. A Biblioteca do Parlamento tem questionado nossa Embaixada sobre quaisquer publicações recentes sobre OVNIs disponíveis nos Estados Unidos. A nossa Embaixada não tem as publicações requisitadas pela Biblioteca do Parlamento. Gostaria de informações sobre publicações dos últimos dois ou três anos. Se houver publicações disponíveis para distribuição sem despesas, a Embaixada gostaria de receber duas ou três cópias.”


Em 1987 ocorreu um caso muito impactante, que foi noticiado no Japão e até  aqui no Brasil, na coluna "Discos Voadores " do Jornal Noticias Populares em 10 de Outubro de 1987.

A notícia era sobre um OVNI que saiu do mar, no dia 17 de abril.
 Tinha formato de um pires e saiu das águas a 175 milhas ao leste de Kanazawa.
O aparecimento do objeto foi presenciado pela tripulação do navio Taki Kyoto, que acabou sofrendo danos devido a força das ondas que se chocaram contra o barco, no momento em que a nave saiu e depois voltou para o mar.

O Capitão Taki Usuda declarou que a a nave era pelo menos 5 vezes maior que o seu barco
 ( 165 pés ou mais de 50m ) e brilhava como neon azul.
Os instrumentos do barco ficaram totalmente descontrolados, enquanto o objeto permanecia pairando  a mais ou menos 50 metros  estibordo do navio.
A nave ficou assim, no ar, por uns 15 minutos. Tentaram pedir socorro pelo rádio, mas as comunicações ficaram totalmente bloqueadas.  A nave começou a contornar o barco movendo-se tão rapidamente que até ficava difícil enxergar seus contornos.
Bruscamente e em alta velocidade voltou a mergulhar no mar, provocando ondas violentas que danificaram severamente o barco do capitão Usuda.
Quando as comunicações se normalizaram, eles pediram ajuda.
 Aviões e barcos foram mandados para fazer uma busca mas nada foi encontrado.
O porta-voz da guarda costeira japonesa declarou que:

 " baseados nos interrogatórios dos tripulantes e nas avarias do barco, suspeitamos que eles se confrontaram com algo muito incomum".


Outro caso ainda mais surpreendente ocorreu em Porto Rico. Ganhou notoriedade porque a  fonte das provas era a camera multimilionária de um avião patrulha da Aduanas e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos. 
Esses aviões modernos, no caso um DHC-8, super equipado com cameras, radares e sensores, são usados para detectar traficantes de drogas, agindo nas costas do território dos Estados Unidos. 
Estavam patrulhando a costa de Porto Rico, uma área muito visada por traficantes.
Na noite do dia 26 de abril de 2013, lá pelas 21:20 horas, detectaram um objeto voador que rondava  o aeroporto civil-militar Rafael Hernádez em Aguadilla - Porto Rico.  

Viram uma luz rosada e comunicaram a torre. A resposta da torre foi que estavam captando o objeto no radar e também podiam ve-lo, mas não  conseguiram  identificar com clareza que tipo de "objeto" ou nave estava entrando no espaço aéreo do aeroporto.
Os pilotos acionaram a câmera infravermelha ou câmera térmica, que captou com clareza e mostrou as imagens do objeto.
Veja a sequencia abaixo






 Era difícil acompanhar o alvo que deu a volta no aeroporto por 2 vezes, em menos de 10 minutos.

 Na primeira foto da sequencia acima, é possível ver um avião da FedEx que estava prestes a entrar na pista para decolar, mas devido a presença do objeto precisou ficar retido mais algum tempo antes de decolar.

 Logo depois o objeto se dirigiu para a costa e sumergiu,  para nos instantes seguintes voltar a  emergir, dividir-se em 2 ( foto acima) e sair voando rapidamente, até desaparecer de vista.

Ninguém ( Força Aérea e N.S.A) pareceu muito interessado em investigar o caso.
 Sendo assim, o relatório oficial da missão ( figura abaixo), concluiu que não era balão, pássaro, aeronave ou drone.
 Limitou-se a descrever o que foi visto e o percurso do objeto que submergiu e dividiu-se em dois. Reconheceu que não era possível definir a origem do objeto registrado nas imagens da  camera.
Sendo assim, não havia explicação para o que foi visto. 


Anos antes,  mais precisamente em  2004, aconteceu um caso que se tornou famoso, pois envolvia vídeos oficiais da Marinha dos Estados Unidos e o testemunho das  tripulações do porta aviões USS Nimitz e do navio USS Princeton. 

Porta aviões USS Nimitz e atrás o USS Princeton

Oficialmente a Marinha acabou por admitir que o vídeo vazado para a imprensa, por Luis Elizondo, um ex agente da Contra Informação do Exército dos Estados Unidos, era verdadeiro e que não havia explicação para o que havia sido visto. Qualificando os objetos como UFO ou UAP.

 O caso ficou conhecido como o caso dos "tictac".

 Pois, foi assim que o piloto  de um dos  F-18 que gravou os objetos com camera infravermelha ou thermal, disse que eles se pareciam      - Pastilhas tictac voadoras -

Tudo começou quando tripulantes do navio USS Princeton observaram uma agitação incomum no ar.  Perceberam que havia algo de forma oval, do tamanho de um Boeing 737, provocando ondulação e espuma  na superfície. Avisaram o porta aviôes, que logo despachou dois F-18 para observar o que estava acontecendo.

Os pilotos avistaram algo que descreveram como objetos brancos e sólidos, voando sobre a água.
 Parecia uma pastilha "tictac" voando em grande velocidade.

Na foto acima quando o piloto finalmente conseguiu enquadra-lo em sua mira.
Os objetos foram descritos pelos pilotos como sendo brancos, sólidos, com 10 a 14 metros de comprimento. Sem asas ou motor aparentente.

 Isso aconteceu cerca de 160km da costa de San Diego, no sul da Califórnia.
 Os objetos pairavam mais ou menos a 50 metros acima da superfície do mar.


Os pilotos David Fravor e Alex Dietrich  confirmaram  esse encontro com os O.V.N.Is .
 O oficial comandante da missão, David Fravor, disse que iniciou uma manobra de descida para abordar o objeto, mas ele evitava qualquer aproximação fazendo manobras impossíveis para qualquer aeronave.
  O objeto evitava qualquer aproximação e mantinha distância do F-18.
Completou:

"Não faço ideia do que vi. Não tinha asas, motores e nem plumas, e ultrapassou os nossos   F-18. Mas eu quero pilotar um."
David Fravor em entrevista ao New York Times


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