Muita gente que assistiu o filme (foto acima ) Cowboys & Aliens , ficou com a impressão que foi demais, misturar velho oeste americano com aliens e OVNIs.
Mas, por incrível que pareça, não foi não.
Há vários relatos impressionantes, muito bem registrados nos jornais de época, nos Estados Unidos, durante o ano de 1897.
Na verdade os jornais já reportavem desde 1986 várias e estranhas ocorrências de OVNIs pelos céus, em vários pontos do país (Califórnia, Kansas, San Francisco, Washington, Texas)
Mas com certeza, foi em 1987 que o incidente mais famoso envolvendo queda de OVNI, tornou a cidade de Aurora, Texas , foco de interesse na pesquisa ufologica.
No artigo do jornal " Dallas Morning News" ( foto acima) do dia 17 de abril de 1897, temos a narrativa, em detalhes do que ocorreu naquela manhã... e que ainda assombra os habitantes daquela localidade:
" ... eram 6 horas da manhã quando os madrugadores de Aurora foram surpreendidos com o repentino aparecimento de uma aeronave que vinha voando através do campo. Vinha no sentido norte e muito perto do chão, como nunca fora visto antes.Evidentemente alguma coisa em seu maquinário não funcionava bem pois estava em baixa velocidade, 16 ou 19 km por hora e gradualmente foi se acercando do solo. Voava diretamente sobre a praça pública e quando atingiu o norte da cidade colidiu com a torre do moinho de vento do juiz Proctor e ficou em pedaços, depois da terrível explosão que espalhou destroços por vários hectares de terra, quebrando o moinho e o poço e destruindo o canteiro de flores do juiz. O piloto da nave é supostamente o único a bordo da nave e seus restos estavam muito desfigurados, o suficiente do original permaneceu e foi encontrado para mostrar que ele não era um habitante deste mundo. Mr. T.J. Weems, funcionário do serviço de sinalização dos Estados Unidos, nesta localidade e uma autoridade em astronomia é da opinião de que o ser era nativo de Marte. Encontramos com o piloto, o que era evidentemente o diário de suas viagens viagens escritos em hieróglifos desconhecidos que não puderam ser decifrados. A nave foi tão severamente danificada que ficou muito difícil determinar como foi construída e que energia usava. Era feita de um tipo desconhecido de metal parecendo um tipo que lembrava uma mistura de alumínio e prata e que deveria pesar várias toneladas. A cidade está cheia de gente hoje, que quer ver os destroços e levar uma amostra do estranho metal. O funeral do piloto será ao meio dia de amanhã"
S.E. Haydon
No mesmo jornal, logo abaixo do artigo acima, havia outra reportagem onde um jornalista descreve a animosidade crescente entre os que diziam ter testemunhado o incidente em Aurora e portanto acreditavam no fato ocorrido e do outro lado os que não acreditavam, achando que aquilo era resultado de "hipnose e uísque ruim".
Como sempre os céticos chegam causando impacto!!
Passados mais de cem anos, em 2003 o jornal " Observer" do Texas, publicou um artigo do jornalista Carlton Stowers, que mostrava como ainda é difícil avaliar o que ocorreu em Aurora, naquela manhã:
"... em 1973 o Dallas Times Herald e o escritor de aviação Bill Case visitaram Aurora para começar sua própria investigação sobre o evento. Entrevistaram vários anciãos que presenciaram o evento, entre eles G.C.Curley, de 98 anos, que assegurou ao repórter que ele e mais dois amigos tinham estado no lugar do acidente e tinham retirado o "piloto" daquela nave."
Vários outros contaram suas impressões sobre o evento. O fato mais marcante na investigação de Bill Case é que com a ajuda de um detector de metais, ele achou a tumba do visitante extraterrestre, perto do cemitério. Como ele reportou depois, o local estava demarcado com uma pequena lápide de pedra, onde se podia ver um desenho rudimentar, de um objeto em forma de charuto, com vários círculos, como se fossem "janelas" (foto abaixo).
Dizem as más línguas, que na época, o juiz Proctor, dono do moinho de vento onde a "nave" teria batido, ajudou a espalhar a narrativa do alíen enterrado em Aurora.
Fica a pergunta: mas afinal, o que ele ganharia com isso?
Sabe-se que ele teve muitos prejuízos. A torre de seu moinho de vento veio abaixo e seu poço ficou destruído.
Ainda hoje, é possível perceber que nada cresce ao redor do antigo poço do juiz.
A mata da região cresce alta e bem verde, mas na área que seria o local do acidente, a vegetação é muito diferente.
Apresenta-se rala e ressequida, como se o solo estivesse contaminado por radiação.
Ainda hoje é difícil ter acesso ao local.
Estranhos não são bem vindos.
Só se sabe, que o poço não é mais usado, pois sua água deixa as pessoas doentes.
Habitantes da região contam o que ouviram de seus parentes.
Sobre como jogaram os destroços da nave acidentada " dentro do poço" e que desde então, quem bebe daquela água fica doente.
Por esse motivo o poço teria sido fechado.
Encontrei outro caso daquela época, que é extremamente interessante.
Há o registro de um caso ocorrido em 23 de abril de 1897 e publicado no " Woodson County Advocate" do Kansas.
O relato é de Alexander Hamilton de Vernon;
"... na noite da última segunda-feira, eram 22;30 e fomos acordados pelo barulho que o gado estava fazendo. Eu levantei pois achei que era meu cachorro bulldog, que estava fazendo uma das suas. Mas, quando abri a porta e olhei, vi com grande espanto, uma "nave aérea" descendo suavemente sobre minhas vacas , bem perto de minha casa. Chamei Gib Heslop, meu arrendatário e seu filho Wall. Eles pegaram os machados e corremos para o curral. Lá a nave desceu calmamente, a não mais que 9 metros do chão e nós nos aproximamos a mais ou menos 45 metros dela.
Era um objeto grande, com formato de um pedaço de charuto, tendo aproximadamente 90 metros de comprimento. Tinha uma "carruagem" embaixo. A "carruagem" era feita de painéis de vidro ou outra coisa transparente, alternadas com tiras de outra substância. Era muito brilhante e tudo ao redor ficou muito visível.
Havia 3 luzes, uma imensa e as outras duas menores. As menores eram: uma vermelha e a outra verde. A maior virava em qualquer direção. A nave era ocupada por 2 homens, 1 mulher e 3 crianças. Eles tagarelavam entre si, mas não pudemos entender uma sílaba sequer.
Cada parte daquele " navio voador" que não era transparente, era de uma cor escura, avermelhada. Ficamos calados, imaginando e temendo, quando um barulho chamou nossa atenção. Eles viraram a grande luz na nossa direção. Assim que nos viram acionaram uma força estranha, com uma grande roda de uns 9 metros de diâmetro, que começou a virar devagar e zumbir, bem embaixo do " navio voador"...subiram levemente como um pássaro.
Quando estavam a uns 90 metros acima de nós, parou e começou a pairar sobre uma novilha de 3 anos, que estava pulando e berrando. Aparentemente presa em um fio solto da cerca. Fomos até ela, e encontramos um cabo de 1/2 polegada de espessura, feito de algum material vermelho, que estava enrolado, com um nó escorregadio, no pescoço da novilha. Uma das pontas do cabo, vinha do "navio voador" e a outra, enrolada no fio solto da cerca. Tentamos soltar a novilha, mas como não conseguimos, cortamos o fio da cerca e percebemos espantados que a novilha, o "navio voador" e tudo mais subiu suavemente.Navegando e desaparecendo na direção noroeste. Voltamos para casa, mas estava assustado e não consegui dormir. Levantei na terça-feira de manhã, montei meu cavalo e comecei a procurar na esperança de encontar alguma pista da minha novilha. Não encontrei nada e voltei para Leroy.
Encontrei Hank Thomas que mora em Coffey County, uns 5 ou 6 km na direção oeste de Le Roy. Ele tinha encontrado em seu pasto, naquele dia, o traseiro, as pernas e a cabeça de uma vaca.
Ele achou que se tratava de gado roubado e abatido e que haviam jogado os restos lá. Foi até a cidade procurando informação. Porém, o grande mistério é que ninguém encontrou nenhuma marca ou pegada naquele chão macio. Voltei para casa, mas, todas vez que vou dormir, eu amaldiçoo aquela coisa com luzes grandes e gente revoltante. Não sei se são diabos, anjos ou o quê, mas, todos nós vimos. Toda a minha família viu e eu não quero mais ver"
O interessante é que ele descreve a nave como um objeto parecendo um pedaço de charuto, com uma "carruagem" embaixo.
Repare nas descrições abaixo, de avistamentsos ocorridos no Estado de São Paulo e registrados pelo projeto SIOANI, em 1968. As descrições tem semelhanças com a aparição ocorrida em 1897, no interior dos Estados Unidos.
Ocorreram em regiões afastadas e à noite. Havia presença de gado e bovino e equino. E as pessoas que presenciaram e fizeram as descrições dos objetos, eram pessoas simples, com pouca escolaridade, porém dignas de confiança.






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