Muita gente estranha o salto tecnológico que ocorreu depois de 1947.
Até então, tudo era rústico e muito mecanizado...a eletrônica estava engatinhando.
Os aparelhos de rádio e os primeiros televisores, eram caixotes pesados com vávulas de vidro, quase do tamanho de lâmpadas. Precisavam "esquentar" antes de começar a funcionar.
Não havia satélites e as comunicações eram sofríveis.
Menos de 10 anos depois, uma série de novos "inventos" possibilitaram um arranque na direção de uma tecnologia, jamais imaginada.
Como aconteceu?
Aplicaram engenharia reversa nos destroços dos OVNIs recolhidos mundo afora?
Em 1997, através do respeitado jornal New York Times, veio à luz, o livro do militar aposentado Philip J. Corso.
Ex- militar respeitado e com uma vasta gama de serviços prestados ao país em seu currículo.
Foi recrutado após o ataque japonês a Pearl Harbour.
( ficha militar de Philip J. Corso)
Ele prosseguiu na carreira militar, tendo um destaque especial no Serviço de Inteligência na Europa, onde esteve boa parte de sua juventude.
Num processo quase natural, instalou-se na Alemanha do pós guerra, onde passou a acompanhar o desenvolvimento de projetos ligados a armas nucleares e alta tecnologia.
Muito provavelmente, faziam engenharia reversa no armamento deixado pelos nazistas.
Rastreava espiões e administrava a entrada de informações fornecidas pelos espiões à serviço dos Estados Unidos.
Desempenhava uma função tão complexa quanto delicada, principalmente porque atuava muito próximo da fronteira da antiga União Soviética.
O Tenente Coronel Corso tinha talento e cautela de sobra.
Futuramente, seria reconhecido por isso.
Posteriormente, na década de 60, foi trabalhar no Pentágono.
Estava ligado diretamente à diretoria de pesquisa e Desenvolvimento do Exército.
Se alguém sabia alguma coisa sobre Roswell, essa pessoa era o Tenente Coronel Philip J.Corso.
(Tenente Coronel Philip J. Corso na marca vermelha)
Um dia, já aposentado, ele resolveu falar.
Perguntaram a ele, porque estava contando o que sabia.
Primeiro, ele explicou que o que estava contando, correspondia a mais ou menos 10% do que realmente ele sabia. Sobre Roswell, foi bem claro:
"... não há dúvida alguma que recolheram tecnologia do disco que caiu em Roswell, no Novo México, Em julho de 1947, começaram o desenvolvimento do circuito integrado, chip, laser, fibra ótica, sistema de propulsão eletromagnética, tecnologia stealth e muitos outros.
Como eu sei? Eu estava encarregado... eu penso que as crianças deste planeta são suficientemente inteligentes para saber a verdade.Devemos a verdade à eles. Eles merecem isso."
Seu livro foi publicado em 1997 e no ano seguinte ele faleceu.
Em seu livro, ele contou que logo após serem notificados do que ocorrera em Roswell, o Exército foi até lá e recolheu tudo o que pode encontrar.
O transporte do material recolhido foi feito por 5 caminhões até Fort Riley, no Kansas.
Foi lá, que ele viu um pequeno ser, dentro de um caixote de madeira.
Ele disse que lembrava um caixão de criança.
Era um ser pequeno, de aparência humana. Corpo pequeno e cabeça grande. Imensos olhos amendoados.
Braços e pernas finos. Mãos com 4 dedos.
Mas, foi só na década de 60, que Roswell realmente entrou em sua vida.
Nessa época ele já trabalhava com o Pentágono, subordinado diretamente ao General Trudeau na Divisão de Tecnologia Estrangeira.
Foi designado para um novo projeto e sem muitas explicações recebeu parte do material recolhido em Roswell.
Sua missão era desenvolver novas tecnologias com o que fora recolhido dos destroços do OVNI acidentado.
Na época os Estados Unidos tinham muita pressa em desenvolver novas tecnologias. Precisavam vencer os soviéticos na corrida espacial.
Precisavam se sentir seguros contra ameças ao seu território.
O Tenente Coronel mobilizou sua equipe, que era composta por vários técnicos altamente capacitados, entre eles vários alemães que vieram para os Estados Unidos depois da Segunda Guerra.
Com o material em mãos e com o auxílio de laboratórios civis que prestavam serviços aos militares, eles puderam trazer á luz, novas e revolucionárias tecnologias.
Esse processo chamado de engenharia reversa foi feito em Fort Belvoir, na Virginia.
Foi desse laboratório que surgiram as lentes que possibilitam visão noturna, usada em miras e binóculos.
De material de Roswell enviado para os Laboratórios Bell, surgiram os CI ( circuitos integrados).
Montados em uma pequena base de silício, os minúsculos componentes se tornaram a base da eletrônica moderna.
Da estranha nave triangular, acidentada em Roswell e onde não foi encontrado nenhum vestígio de fiação elétrica, foram retirados estranhos e luminosos tubos de vidro colorido.
Esse material foi enviado para estudo nos laboratórios da Corning Glass, resultando no que hoje conhecemos como fibra ótica.
Uma tecnologia revolucionária para as comunicações, transmitindo um espantoso volume de dados através da luz.
Os laboratórios DuPont, sempre foram grandes parceiros do Exército desde o tempo da bomba atômica.
Para eles, enviaram fibras de um tecido ultra resistente, encontradas nos destroços.
A partir desse material, a DuPont desenvolveu a tecnologia do kevlar.
Esse material é usado nos coletes à prova de balas do Exército.
Outra grande parceira dos militares sempre foi a Hughes Aircraft, que desenvolveria a mira laser.
Surgiu à partir do estudo, do que parecia ser uma ferramenta, encontrada na nave que caiu em Roswell.
Muitas revelações surgiram com o livro de Philip J. Corso, "The Day after Roswell".
Seu testemunho não pode ser ignorado.
Sempre houve e haverá quem duvide e critique as revelações desse militar, mas também haverá quem o defenda e reconheça o mérito e coragem desse homem, que não levou esse segredo para o túmulo.
Tirem suas conclusões.
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