quinta-feira, 3 de junho de 2021

Ano de 1492 - OVNIS no caminho de Colombo rumo à América.

 



Agora dando um grande salto na História, porém, sem deixar de consultar apenas documentos confiáveis, vamos até 1492, durante a  primeira viagem de Colombo à América.

Vamos analisar a viagem usando uma cópia do diário de Colombo.


Ele partiu do do Porto de Palos ( Espanha) em 3 de agosto de 1492, com  3 caravelas (Santa Maria, Pinta e Niña) .
Numa jornada de 2 meses, cruzando o Mar das Trevas (era como o oceano  Atlântico era conhecido pelos romanos)
Colombo rumava direto na direção do que hoje conhecemos como Triângulo das Bermudas.
Detalhe: em plena temporada de furacões!

Consultando o Museu Marítimo de Santos ( SP), pude verificar que ele partiu na nau Capitânia Santa Maria, barco de 3 mastros.
A nau media  23 m de comprimento e 7 de largura.

A bordo dessa nau, Colombo fez suas observações e registros detalhados da viagem.
Ficaram documentados para sempre, em seu valioso Diário ( acima a cópia do ínicio da descrição da jornada).



Lendo com atenção seus detalhados diários de bordo, encontramos acontecimentos no mínimo "estranhos".

Na verdade foram acontecimentos que aterrorizaram a tripulação.
 Graças ao sangue-frio de Colombo e capacidade de lidar com marujos assustados, diante de um mar totalmente desconhecido, é que a viagem prosseguiu.

Repare na anotação do dia 11 de Setembro, uma terça-feira. estavam rumando à oeste, e os marinheiros encontraram o que parecia ser um grande mastro de embarcação, semi-submerso. 
Os marinheiros, tentaram traze-lo a bordo de todas as maneiras, mas o objeto era extremamente pesado e não se movia do lugar.

Calcularam que pesasse 120 tonéis ou seja, quase 100 toneladas!!
Que mastro era esse??

Vale lembrar que eles estavam em águas profundas e oficialmente jamais navegadas.
Se era uma rota nova, não utilizada com frequencia, como poderia haver restos de grandes naufrágios na área?

Seria um OSNI ( Objeto Submarino Não Identificado)?

Explicando melhor, conforme definição na Wikipédia:

"Objeto Submarino Não identificado, ou OSNI, é definido como qualquer objeto ou fenômeno de percepção óptica ou mecânica de origem desconhecida observado dentro da água e que permanece não identificado até mesmo depois da investigação completa."...  "As principais características destes fenômenos são que suportam pressões que qualquer outro submarino moderno não poderia suportar, são capazes de alcançar uma grande velocidade e manter uma manobrabilidade até agora impensável para um objeto submarino num meio fluido. A maioria são anfíbios, tratando-se de objetos submergíveis e voadores. Os principais países ou regiões de registro visual OSNI são Porto Rico, Japão, Rússia, Escandinávia e Estados Unidos"


Eles não estavam longe de Porto Rico!!

Esse encontro com tal objeto deixou os marinheiros muito alvoraçados.
 Fizeram tantas tentativas sem sucesso de retirar o "mastro" da água, que navegaram sómente a metade do que era a sua média diária. 

A medida que a viagem prosseguia, novos ingredientes misteriosos eram acrescentados à essa jornada histórica.



Olhando com atenção ao trecho que descreve o dia 15 de Setembro, um sábado verificamos que 
 já haviam navegado mais  160 km naquele dia.
 Sempre rumo oeste.

 Lembrando que, com boas condições de vento e habilidade ao manejar os mastros, as naus conseguiam fazer uma média diária de 13 a 15 km por hora.

Estavam ansiosos e esperançosos, pois no dia 14, os marinheiros da nau Niña, disseram ter visto aves que nunca se afastam muito da terra. Bom sinal, pensaram.

 Concluiram que havia terra nas proximidades.

Voltando a narrativa do início da noite do 15, os viajantes testemunharam um fenômeno luminoso que atravessou o céu e mergulhou no mar. 

Eles descrevem como " maravilhoso ramo de fogo" caindo do céu . Calcularam que estivesse a mais de 15 km distante deles.

O que poderia ser? Um meteorito? Um OVNI?

De qualquer forma, nos dias seguintes os marinheiros começaram a ter sérias dificuldades para estabelecer sua posição.
Estavam inquietos e começando a ficar frustrados demais. 

 Durante o dia navegavam usando a posição do sol e a noite usavam as estrelas, principalmente a Polaris, como ponto de referência.

 Usavam também, uma bússola, ainda bem rudimentar.
Ao que tudo indica, estavam navegando pelo Mar de Sargaços, a nordeste das Antilhas e bem próximos das ilhas Bermudas. 

Pode-se concluir essa posição pois fica registrado no diário a abundante vegetação de algas , que para eles, parecia muito com a vegetação encontrada nos rios do sul da Península Ibérica.

Essas algas, os Sargaços, flutuam e dificultam a navegação nos pontos mais densos.
Nesse ponto a profundidade do mar pode atingir 6000 m.

Alguns pesquisadores, acreditam que essas algas possam ser o que restou da vegetação litorânea da  ilha de Atlândida, descrita por Platão.

Também reforçam essa tese, descrevendo o bizarro comportamento das enguias.
O  habitat natural dessas criaturas são os rios do continente europeu e norte-americano, mas, quando adultas atravessam boa parte do Oceano Atlântico, para se reproduzir no Mar de Sargaços.

Uma atitude instintiva que ainda as leva ao ponto, que talvez um dia, foi o espaço ocupado por uma grande ilha repleta de rios e riachos de água fresca. 

Mas, o importante é manter o foco em Colombo e seus apuros, no meio do triângulo das Bermudas.

A esta altura da jornada, o que mais afligia a tripulação, era o comportamento estranho da bússola, com relação a posição das estrelas.

Começaram a duvidar da bússola. Acharam que ela não estava em boas condições. 
Ou seria o movimento incomum das estrelas?

Estavam desorientados.

O almirante ordenou que consultassem a bússola, logo ao amanhecer, conferindo a marcação e usando o sol como referência.

Fizeram o que foi ordenado, e foi com muito  alívio que constaram que a bússola estava em perfeita ordem.

As marcações batiam. Chegaram a conclusão que as agulhas da bússola estavam boas.
O problema é que as "estrelas" se moviam. 

Procuraram não dar mais importância ao fato das estrelas que usavam como guia, se "movimentarem" pelo céu. Estavam eufóricos.

Achavam que estavam bem próximos de encontrar terra firme. A quantidade de sargaços aumentou muito. Parecia vegetação de rio.

Também  havia aves, que sabidamente não dormem no mar, portanto iam dormir na terra, que deveria estar próxima

Isso ficou registrado no dia 17 de Setembro de 1492, uma segunda-feira..

Embora isso tenha alegrado a maioria dos marinheiros, os mais experientes como Colombo, ainda estavam muito intrigados com as estrelas e seu estranho "movimento".

Prova disso é a longa descrição desse " movimento" das estrelas, que deixou registrado no domingo, dia 30 de setembro de 1492.

Era difícil entender, como a "estrela" que deveria estar fixa, parecia segui-los.
 Resolveu então, que no momento, a bússola era mais confiável. 

Fica a pergunta: como navegadores experientes não entendiam mais as estrelas e suas posições no céu? 

As "estrelas" não seriam OVNIs acompanhando sua histórica jornada, que mudaria os rumos da Humanidade?


Passados mais alguns dias, na véspera do dia oficial do "Descobrimento da América", outro fenômeno envolvendo luzes no céu , voltou a chamar a atenção dos viajantes.


Foi na quinta-feira, dia 11 de outubro de 1492.



Uma estranha luz apareceu no céu e foi vista pelo almirante, que estava no castelo de proa da nau.

 A estranha luz apareceu não só uma vez, mas duas.

Intrigado, o almirante chamou Pedro Gutierrez, outro viajante que estava a serviço do Rei.

 Ele também viu a luz.

 Ambos descreveram suas impressões e concluiram que vista de longe, parecia uma luz de candeeiro, que se levantou do horizonte e subiu ao céu.

Era como se quisesse indicar o caminho da nova terra.

O demais não acreditaram no incrível relato sobre a estranha  "luz" que o almirante e Pedro Gutierrez tinham visto, gerando grande frustração neles. 

Mas,  o fato é que no dia seguinte encontraram terra firme. 

Seria um OVNI indicando a direção da América!


Nenhum comentário:

Postar um comentário